Displasia
05/23/2009 Categorias: Saúde 9 Comentários
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A displasia consiste em um defeito genético que causa a má formação das articulações do cão, esse problema em geral ocorre na articulação entre a bacia e o fêmur do animal (coxofemural) ou no cotovelo, podendo também ocorrer em ambas. Pode desenvolver-se em todas as raças de cães em iguais proporções entre machos e fêmeas mas, é mais comum em cães de porte grande e gigante, principalmente os de crescimento rápido.
Com o mal encaixe dos ossos o cão começa a mancar e, dependendo da gravidade da doença, pode ficar impossibilitado de andar. Sendo a displasia um problema genético, os cães portadores não devem ser reproduzidos de jeito nenhum, para evitar a propagação do mal. A displasia é transmitida de forma hereditária, sendo recessiva e poligênica o que significa que seu aparecimento ou não no cão é determinado por mais de um par de genes, assim pode acontecer que dois cães que apenas manquem (forma leve do problema) tenham filhotes impossibilitados de andar (forma grave do problema).
Porém, a genética não é o único determinante, o ambiente e a maneira como o filhote é manejado também influenciam no aparecimento do mal. A melhor maneira de minimizar os impactos ambientais é evitar que o cão se submeta a traumas, esforços exagerados e pisos escorregadios (principalmente durante a fase de crescimento) e excesso de peso (obesidade). Alterações hormonais também podem contribuir para o problema. Níveis muito altos de estrógeno e relaxina na cadela podem influir no desenvolvimento ósseo do filhote durante a gestação e/ou a amamentação. Outros hormônios que também podem causar problemas são o hormônio do crescimento e a insulina.
Os sintomas da displasia aparecem a partir dos seis meses de idade. A partir dessa idade o cão pode começar a sofrer dores, andar mancando e apresentar atrofia muscular, além disso o cão se recusa a trotar e pode apresentar uma postura de “X” nas patas posteriores quando parado (patas posteriores cruzadas). A partir dos três anos aproximadamente a doença entra em outra fase na qual a doença se agrava pelo aparecimento da artrose. O diagnóstico definitivo, contudo, só é fornecido pelo exame de raio X.


Segundo o raio X os cães se dividem em cinco categorias: Sem sinal de displasia; com articulações próximas do normal; displasia leve; displasia moderada e displasia grave quando ocorre a luxação da articulação. Estes níveis são ditos respectivamente HD-, HD+/-, HD +, HD ++ e HD+++. Alguns consideram que cães HD +/- podem ser crusados com cães HD- mas o mais recomendável é cruzar apenas os cães normais e de preferência os que também tenham parentes normais.
Referências utilizadas:
- Dr. Edgard L. Sommer e Carlo L. Grieco,publicado na revista Nosso Cão
- Enciclopedia do cão Royal Canin


Grato
Antonio
Ele tinha cerca de 2 meses quando adotamos e 2 semanas depois começou a entortar logo acima da patinha esquerda, o que foi se agravando em questão de 3 dias e começou a mancar muito, parecia quebrada. Em seguida começou na outra. Levei ao Vet e foi constatada descalcificação. Foi receitado talas (porque já estava grave), por 20 dias e 2,5ml de cálcio 1x ao dia, paralelamente foi ministrado vitamina para reposição de alguma deficiência alimentar que ele tivesse tido, pois foi adotado e não sabíamos como era a alimentação dele anteriormente. Em 1 mês estava totalmente curado, as patas não ficaram tortas e ele pode voltar a ser um cãozinho normal. Hoje está com 6 meses e bastante ativo. Verifique se não é o mesmo problema antes que seja tarde, pois pode entortar permanentemente as patinhas do seu animal ou até impedi-lo de andar com o tempo. Isso é comum e se deve ao filhote se desenvolver mais rápido que seus ossinhos podem acompanhar, geralmente quando exposto à uma alimentação abundante e de boa qualidade e é comum em raças grandes. Abraço.
outra pergunta. como indentificar um rottweiler verdadeiro?
se poder responder vfico muito grato.
um abraço
Obrigada.
Michele
fazer a cirugia [ mas alem de ser muito cara ela disse q corre o risco dela nao acorda da anestesia] , continua com a medicaçao e rezar para mudar o quadro ou atanasia
me ajuda o q eu faço nao aguento mais ver o sofrimento dela
obrigada
fazer a cirugia [ mas alem de ser muito cara ela disse q corre o risco dela nao acorda da anestesia] , continua com a medicaçao e rezar para mudar o quadro ou atanasia
me ajuda o q eu faço nao aguento mais ver o sofrimento dela