Longo, liso, brilante e sedoso. O pêlo é denso e resitente, muito franjado
Cor:
Preto, Marrom (fígado), Ruão / Rouan (pêlos brancos e marrons misturados), com ou sem marcas “fogo”
Nome de origem:
Field Spaniel
País de origem:
Grã-Bretanha
Registro FCI:
123
O Field Spaniel é uma raça britânica de cão de caça. Ele lembra uma versão de maior porte do Cocker Spaniel Inglês. Devido à concorrência de outras raças de Spaniels ingleses, o field spaniel foi deixado de lado pelos caçadores e quase foi extinto, contudo, a raça recuperou-se graças aos esforços de Mr. Phineas Bullock que aperfeiçoou o field spaniel e o tornou popular novamente entre os caçadores esportivos na Grã Bretanha. A raça foi desenvolvida através de diversos cruzamentos entre as raças Sussex spaniel e o Welsh Cocker, mas acredita-se que o Cocker Spaniel Inglês e o Springer Spaniel também tenham feito parte da sua formação, alguns acreditam que o basset hound também pode ter sido um dos ancestrais da raça, embora nem todos os estudiosos concordem com isto. Leia Mais…
Fundo branco com manchas preto, marrom ou azul (a cabeça sempre deve ser colorida). Marcas fogo sempre presentes acima dos olhos, nas laterais do focinho, na face interna e no bordo das orelhas. Uma lista branca no focinho é admitida.
Nome de origem:
Terrier Brasileiro
País de origem:
Brasil
Registro FCI:
341
O terrier brasileiro, popularmente conhecido no Brasil como “Fox paulistinha” é, juntamente com o Fila brasileiro, uma das duas únicas raças nacionais que contam com reconhecimento internacional atualmente.
A história da raça começa com os cães caçadores de ratos (rateiros) trazidos nos navios portugueses e holandeses que chegavam ao Brasil durante o Século XIX. Estes terriers europeus, misturados com cães já existentes no Brasil foram a base para a criação do terrier brasileiro. Alguns acreditam que estes terriers seriam cães da raça Jack Russel terrier, enquanto outros afirmam que o verdadeiro ancestral do terrier brasileiro é o Fox terrier de pêlo liso e, existe ainda quem afirme que as duas raças participaram da formação do terrier brasileiro. É provável que estes terriers europeus ao chegar no Brasil tenham sido cruzados com cães de outras raças, entre elas o Pinscher e o Chihuahua e também com cães autóctenes, ou seja, cães nativos, existentes no Brasil.
Os criadores brasileiros da raça tentaram o reconhecimento internacional da mesma pela primeira vez em 1964, mas, devido ao número muito pequeno de cães no plantel da raça, esta tentativa fracassou, sendo que a raça só obteve seu reconhecimento oficial pela FCI no ano de 1994.
Semi-longo, fino, tendendo ao liso ou ligeiramente ondulado.
Cor:
Branca e laranja, branca e marrom, branca e preta, tricolor (branco, preto e fogo) ou ruão (pêlos coloridos misturados no branco)
Nome de origem:
Epagneul Bréton
País de origem:
França
Registro FCI:
95
O spaniel Bretão, também conhecido como “Brittany” deve seu nome à região da “Bretanha” localizada no Norte da França. Estes cães eram criados desde a idade média para a caça de aves e é descendente do “Cão de Oysel”, uma variedade de cão desenvolvida na região de Callac, no centro da Bretanha, provavelmente aparentada com raças de perdigueiros alemães. Os cães de Oysel existentes na região foram cruzados com raças de cães de caça inglesas, como os pointers, setters e springers que foram deixados na França por caçadores ingleses principalmente no século XIX. A partir daí o brittany foi cada vez mais aperfeiçoado pelo criadores locais que apresentaram a raça pela primeira vez em 1896 em Paris e escreveram o seu primeiro padrão em 1908.
O spaniel bretão é um excelente caçador, possui um excelente olfato e desempenha as funções de apontador (pointer) e de recolhedor da presa (retriever) e caça bem em praticamente todos os tipos de terreno. Além disto, um outro diferencial da raça é seu tamanho reduzido, o spaniel bretão é a menor raça de cão de aponte reconhecida, seus adimiradores costumam dizer sobre ela: Leia Mais…
Preto ou arlequim (azul marmorizado) com marcações fulvas e brancas na cabeça, membros, ventre e cauda.
Nome de origem:
Dunker
País de origem:
Noruega
Registro FCI:
203
O dunker ou dunker norueguês, é uma raça de cão sabujo, desenvolvido no século XIX, pelo criador de cães norueguês W. Dunker. O Sr. W. Dunker, importou da Rússia para a Noruega vários cães de coloração alerquim e realizou cruzamentos entre eles e diversos cães sabujos de faro apurado. Sua intenção era a de produzir um excelente cão de caça ao coelho e à lebre, que encontrasse a presa pelo faro e não pela visão. Leia Mais…
Pêlo Semi longo: Semi longo denso e de textura média, com sub pêlo macio. Juba, culotes e cauda em píncel
Pêlo curto: Curto denso e de textura média, com sub pêlo macio.
Cor:
Marcas brancas no ventre, colar, patas, ponta da cauda e focinho. A cor mais comum é o preto mas também apresentar outras cores.
Nome de origem:
Border Collie
País de origem:
Grã-Bretanha
Registro FCI:
297
O border collie é uma raça relativamente jovem, desenvolvida durante o século XIX. Este “collie da fronteira” (border significa fronteira em inglês) desenvolveu-se na região de fronteira entre a Inglaterra e a Escócia, no norte da Grã-Bretanha. Embora a criação da raça date do século XIX, seus ancestrais já estavam presentes na região desde a Idade Média, onde trabalhavam junto com os criadores de ovelhas demonstrando incrível capacidade no trabalho. A capacidade de trabalho dos border collies sempre foi tão importante em sua terra natal que os criadores selecionavam os reprodudores por seu desempenho no pastoreio e não por sua aparência, até hoje, clubes especializados e adimiradores da raça se esforçam para preservar as habilidades de pastor do border collie. Leia Mais…
Rente, fino, reduzido até à ausência de pêlo sobre o ventre
Cor:
Qualquer nuance de Fulvo, com marcacas brancas, pode ou não apresentar máscara preta.
Nome de origem:
Azawakh
País de origem:
Mali
Registro FCI:
307
O azawakh é uma raça africana muito antiga, nativo do vale de Azawak, na região de fronteira de Mali. Este galgo foi desenvolvido pelos povos tuaregues do Saara especialmente para a caça à gazela. O azawakh é criado a mais de mil anos pelos povos nômades do Sul do Saara, que o consideram um símbolo de status social e força, por isso também ficou conhecido como galgo tuaregue e galgo Sul saariano. A raça é aparentada com o sloughi e com o saluki.
O azawakh é um grande corredor, capaz de alcançar a gazela em fuga e morder suas patas para fazê-la tropeçar. Tradicionalmente os nômades tuaregues levam seus cães montados nos cavalos, para que não se cansem, enquanto procuram as gazelas no deserto, apenos no momento em que as gazelas são avistadas o azawakh é solto e inicia-se a caçada. Apesar de sua aparência “frágil” o azawak é extremamente resistente, capaz de perseguir a cazela sob o sol do deserto por até seis horas ininterrúptas. Quando a presa é alcançada o cão não deve abatê-la, apenas derrubá-la e mantê-la sob controle até a chegada do caçador à cavalo. Leia Mais…
Longo e duro no corpo, curto e liso na cabeça e na parte frontal dos membros. Possui sub-pêlo macio e mais curto que o pêlo, de cor mais clara, preferencialmente branco.
Cor:
Cinza escuro ou cinza claro, com marcações claras acinzentadas ou creme nas bochechas e na garganta.
Nome de origem:
Jämthund
País de origem:
Suécia
Registro FCI:
42
O Jämthund, ou cão de caça ao cervo suéco, ou ainda, cão caçador de alces da Suécia, é o maior entre os cães cães caçadores de grandes cervos (elkhounds) nórdicos. Os ancestrais do Jämthund atual eram cães muito antigos, de tipo físico semelhante ao dos cães que acompanhavam os homens das cavernas. Estes cães, eram criados e apreciados pelos caçadores que habitavam a região de Jämtland, na Suécia, recebendo seu nome desta região, “Jämthund” significa “cão de Jämtland”. Apesar de antiga, a raça, como a conhecemos hoje, só foi fixada em 1953. Leia Mais…
Branco puro, Branco “café com leite”, branco com manchas ou branco com mato laranjo ou limão.
Nome de origem:
Billy ou Chien du Poitou
País de origem:
França
Registro FCI:
25
O Billy é uma raça francesa, desenvolvida durante o século XIX. Este cão caçador é o último descendente vivo dos “cães brancos do rei”, variedade de sabujos desenvolvida na França a partir do cruzamento entre um bloodhound branco com o um braco italiano. Os cães brancos do rei foram os cães de caça da realeza francesa desde o reinado de Francisco I até Louis XIV. Os descentendes destes cães reais foram posteriormente cruzados, pelo Sr. Hublot do Rivault, com várias raças de cães de caça atualmente exintas, como o: Céris, especialista em caçar lebres e lobos; o Montemboeuf, caçador de javalis; e o Larye, caçador muito apreciado pelo seu faro desenvolvido. A partir destes cruzamentos o Sr. Hublot desenvolveu o Billy, cujo padrão foi fixado em 1886. Leia Mais…
Curto, liso, brilhante e cerrado, variando do fino ao levemente duro
Cor:
Várias nuances de fulvo, pode ter marcas brancas na ponta da cauda, no peito e nos dedos, uma pequena lista branca na face também pode ser admitida
Nome de origem:
Kelb tal-fennek
País de origem:
Malta
Registro FCI:
248
O pharaoh hound, também conhecido como cão do faraó ou podengo do faraó é descendente dos antigos cães caçadores representados nos hieróglifos e pinturas dos antigos egípcios. Este cão, possui uma grande semelhança com algumas das representações do deus egípcio “Anúbis” e, conta-se que o próprio faraó Tutankamon possuia um pharaoh hound, chamado Abuwitiyuw, como companheiro. Estes cães egípcios acabaram se espalhando pelo mediterrâneo, levados em embarcações fenícias antes do declínio da civilização egípcia. Alguns destes cães permaneceram isolados na ilha de Malta, onde foram criados e adimirados como excelentes caçadores de coelhos até os dias atuais. Em 1979 Malta declarou o Pharaoh hound como “Cão Nacional de Malta” e cunhou moedas de prata comemorativas com o rosto de um cão da raça estampado. Leia Mais…
Variedade de pêlo longo: Longo, fino, não muito denso, liso ou levemente ondulado, curto na cabeça, na parte frontal dos membros e na ponta das orelhas, possui sub-pêlo. Variedade de pêlo curto: Curto, brilhante, junto e assentado, umpequeno colar no pescoço é desejado, possui sub-pêlo.
Cor:
Qualquer uma
Nome de origem:
Chihuahua
País de origem:
México
Registro FCI:
218
O Chihuahua deve seu nome à região de Chihuahua no Norte do México, onde acredita-se que a raça teria se originado. Acredita-se que o chihuahua é descendente de pequenos cães criados pelos Toltecas, um povo que habitou o México antes dos Astecas. Esses pequenos cães eram chamados “Techichi” e eram apreciados como amuletos de boa sorte que traziam felicidade à casa e à família. Estes cães também eram considerados segrados, guias espirituais e eram muitas vezes sacrificados em homenagem aos deuses e sua carne consumida como alimento sagrado.
Contudo, existem aqueles que consideram as origens do Chihuahua verdadeiramente asiáticas. É possivel que os cães criados pelos toltecas e pelos astecas tenham chegado até a América em navios asiáticos, principalmente provenientes da China, que realizavam comércio com o continente antes da chegada dos europeus. Independente das origens remotas da raça, sabe-se que o mesmo foi criado no México durante séculos, sendo vendido para turistas como souvenir mexicano, durante o século XIX.
Este cachorro, o menor entre todas as raças, possui olhos grandes e uma cabeça grande e redonda, com formato de “maçã” típico da raça e que lhe dá uma aparência infantil muito apreciada pelos seus donos e adimiradores. Existem duas variedades Leia Mais…