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	<title>Seu cachorro &#187; Comportamento</title>
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	<description>O site do seu cachorro !</description>
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		<title>C&#227;es podem ser otimistas ou pessimistas</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 13:54:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seucachorro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conheça seu cão]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cães otimistas]]></category>
		<category><![CDATA[cães pessimistas]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo recente indica que alguns c&#227;es podem ser naturalmente pessimistas ou otimistas. Se o seu cachorro se comporta mal quando voc&#234; sai de casa, destruindo m&#243;veis ou latindo, ele pode ser um c&#227;o pessimista. C&#227;es pessimistas tendem a se comportar pior quando os donos est&#227;o fora por acreditar que talvez eles n&#227;o voltem. Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.seucachorro.com/wp-content/uploads/2010/10/dog3.jpg"><img class="size-full wp-image-2734 aligncenter" title="dog3" src="http://www.seucachorro.com/wp-content/uploads/2010/10/dog3.jpg" alt="" width="480" height="290" /></a></p>
<p>Um estudo recente indica que alguns c&atilde;es podem ser naturalmente pessimistas ou otimistas.</p>
<p>Se o seu cachorro se comporta mal quando voc&ecirc; sai de casa, destruindo m&oacute;veis ou latindo, ele pode ser um c&atilde;o pessimista. C&atilde;es pessimistas tendem a se comportar pior quando os donos est&atilde;o fora por acreditar que talvez eles n&atilde;o voltem. Por outro lado c&atilde;es otimistas tendem a se comportar melhor na aus&ecirc;ncia dos donos por saber que eles voltar&atilde;o.</p>
<p>O estudo foi realizado pelo professor Mike Mendl do Departamento de Comportamento e Bem-estar animal da Universidade de Bristol na <a title="Gr&atilde;-Bretanha" href="../gra-bretanha/">Gr&atilde;-Bretanha</a>.</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Sabemos que os estados emocionais das pessoas afetam seus julgamentos e que pessoas felizes provavelmente julgam uma situa&ccedil;&atilde;o amb&iacute;gua de maneira positiva&#8221;  -  &#8220;O que o nosso estudo mostra &eacute; que isso se aplica de forma similar aos cachorros&#8221;</p>
<p>O experimento foi realizado da seguinte maneira: Um grupo de c&atilde;es foi treinado para saber que tigelas colocadas e um determinado lado de uma sala tinham comida, enquanto tigelas colocadas do outro lado estavam vazias (Por exemplo: tigelas &agrave; direita = comida, tigelas &agrave; esquerda = vazia).<span id="more-2733"></span> Os c&atilde;es aprendiam rapidamente e sempre que colocados na sala com as tigelas sabiam se elas continham comida ou n&atilde;o s&oacute; pela sua localiza&ccedil;&atilde;o na sala.</p>
<p>Depois que os c&atilde;es j&aacute; estavam acostumados com a localiza&ccedil;&atilde;o das tigelas de comida, a tigela foi colocado em um local intermedi&aacute;rio, entre os dois lados da sala. Quando um cachorro era colocado frente a tigela em local neutro ele reagia de forma diferente dependendo se &eacute; naturalmente otimista ou pessimista. C&atilde;es otimistas acreditavam que as tigelas em local neutro eram positivas, ou seja, tinham comida e por isso iam diretamente para a tigela comer. C&atilde;es pessimistas acreditavam que as tigelas em local neutro eram negativas, ou seja, n&atilde;o continham comida e por isso nem sequer iam at&eacute; a tigela conferir se havia comida ou, quando iam verificar a tigela, n&atilde;o demonstravam sinais de confian&ccedil;a ou excita&ccedil;&atilde;o como os c&atilde;es otimistas.</p>
<p>O estudo analizou 24 diferentes c&atilde;es e relacionou o desempenho de cada um nos testes com o seu comportamento em casa e percebeu que os c&atilde;es com resultados &#8220;otimistas&#8221; no teste eram os que se comportam melhor na aus&ecirc;ncia dos donos, j&aacute; os c&atilde;es com resultados &#8220;pessimistas&#8221; no teste se comportam pior quando deixados sozinhos. Indicando que o pessimismo ou otimismo canino &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o est&aacute;vel para o cachorro e que um cachorro com comportamento pessimista em uma determinada situa&ccedil;&atilde;o tende a ter um comportamento sempre pessimista.</p>
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		<title>A primeira palavra que deve ser ensinada ao cachorro &#233; &#8220;N&#227;o&#8221;</title>
		<link>http://www.seucachorro.com/a-primeira-palavra-que-deve-ser-ensinada-ao-cachorro-e-nao/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 15:29:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seucachorro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas para criar]]></category>
		<category><![CDATA[adestramento]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Não]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia canina]]></category>

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		<description><![CDATA[Brincalh&#245;es por natureza, os cachorros &#224;s vezes passam dos limites e acabam tendo que levar aquela bronca. Mas qual a melhor forma de impor ao bicho que quem manda &#233; o dono? — A bronca tem que ser dada de maneira r&#237;spida, mudando o tom de voz. E todos na casa devem agir assim — [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="float: left"><img src="http://www.seucachorro.com/wp-content/uploads/2010/03/n.jpg" alt="n" title="n" width="328" height="489" class="alignnone size-full wp-image-2229" /></p>
<p>Brincalh&otilde;es por natureza, os cachorros &agrave;s vezes passam dos limites e acabam tendo que levar aquela bronca. Mas qual a melhor forma de impor ao bicho que quem manda &eacute; o dono?<br />
<br/><br />
— A bronca tem que ser dada de maneira r&iacute;spida, mudando o tom de voz. E todos na casa devem agir assim — explica o veterin&aacute;rio Sergio Braga, da VetYpiranga: — O cachorro deve respeitar a casa em que est&aacute; inserido. N&atilde;o pode ouvir apenas o pai, mas todos que moram no lugar.<br />
<br/><br />
A primeira fase da educa&ccedil;&atilde;o do cachorro deve ser feita entre 2 e 8 meses de idade. Nessa &eacute;poca, a principal palavra a ser ensinada pelo dono &eacute; “n&atilde;o”, explica o veterin&aacute;rio:<br />
<br/><br />
— Para refor&ccedil;ar a bronca, o dono pode deix&aacute;-lo de castigo por cinco minutos. Mas s&oacute; abra a porta quando ele n&atilde;o estiver latindo, para o c&atilde;o n&atilde;o associar o latido &agrave; a&ccedil;&atilde;o do dono. E nunca bata no bicho, porque traumatiza, n&atilde;o ensina.<br />
<br/><br />
Quando o c&atilde;o j&aacute; &eacute; adulto e continua arredio, o dono deve se esfor&ccedil;ar para ensinar que o lugar dele hierarquicamente na casa &eacute; abaixo dos donos.<br />
<br/><br />
— Uma dica &eacute; oferecer comida ao c&atilde;o, depois mexer no prato, tirar do lugar. Ele vai rosnar, mas o dono enfrenta — diz Sergio, que indica o adestramento para casos de hiperatividade.<br />
<br/><br />
O momento da bronca tamb&eacute;m &eacute; importante, segundo o veterin&aacute;rio. O ideal &eacute; surpreender o cachorro na hora exata da bagun&ccedil;a.<br />
<br/><br />
— Assim ele vai associar o erro &agrave; bronca. Se o erro for corrigido depois, a bronca perde muito do efeito.<br />
<br/><br />
Via: <a href="http://extra.globo.com/saude/bemviver/posts/2010/03/28/primeira-palavra-ser-ensinada-aos-cachorros-nao-278396.asp">Extra Online</a></p>
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		<title>Cachorro feliz balan&#231;a a cauda para a esquerda</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 14:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seucachorro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conheça seu cão]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abanar a cauda]]></category>
		<category><![CDATA[balançar a cauda]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
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		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[entendendo seu cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[esquerda]]></category>
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		<description><![CDATA[Cientistas descobriram que c&#227;es demonstram alegria quando abanam o rabo do lado esquerdo e ficam desconfiados quando rabo &#233; abanado no lado direito. Cientistas da Universidade de Victoria, no Canad&#225;, descobriram que o jeito que os c&#227;es usam a cauda &#233; mais sutil do que eles pensavam, e que cachorros que abanam o rabo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="float:right"><img class="alignnone size-full wp-image-2123" title="abano" src="http://www.seucachorro.com/wp-content/uploads/2010/02/abano.jpg" alt="abano" width="182" height="246" /></p>
<p>Cientistas descobriram que c&atilde;es demonstram alegria quando abanam o rabo do lado esquerdo e ficam desconfiados quando rabo &eacute; abanado no lado direito.<br />
<br/><br />
Cientistas da Universidade de Victoria, no Canad&aacute;, descobriram que o jeito que os c&atilde;es usam a cauda &eacute; mais sutil do que eles pensavam, e que cachorros que abanam o rabo para a esquerda podem ser mais amig&aacute;veis do que os outros. A descoberta foi revelada nesta segunda-feira (1) pelo jornal ingl&ecirc;s Daily Mail.<br />
<br/><br />
Os psic&oacute;logos animais descobriram que quando c&atilde;es de carne e osso se aproximavam de um rob&ocirc;-labrador preto com cauda mec&acirc;nica, eles ficavam menos desconfiados quando o rob&ocirc; mexia a cauda no lado esquerdo do corpo. Quando o rob&ocirc; abanou o rabo para o lado direito, bem menos c&atilde;es se aproximaram de maneira confiante.<br />
<br/><br />
Na experi&ecirc;ncia, os pesquisadores usaram um rob&ocirc; com pele sint&eacute;tica que cobria um esqueleto. Um pequeno motor permitiu que a cauda pudesse ser mexida por controle remoto. Mais de 500 cachorros foram filmados enquanto se aproximavam do rob&ocirc; em um parque.<br />
<br/><br />
No estudo, publicado na revista cient&iacute;fica Lateralidade, os cientistas prestaram bastante aten&ccedil;&atilde;o se os c&atilde;es hesitavam enquanto caminhavam em dire&ccedil;&atilde;o ao rob&ocirc; porque parar pode ser um sinal de falta de confian&ccedil;a, d&uacute;vida ou medo.<span id="more-2122"></span><br />
<br/><br />
Na primeira rodada de experi&ecirc;ncias, 56% dos animais se aproximaram do rob&ocirc; sem hesita&ccedil;&atilde;o quando a cauda balan&ccedil;ou para a esquerda, mas apenas 21% fizeram o mesmo quando ela balan&ccedil;ou para a direita.<br />
<br/><br />
Quando os cientistas exclu&iacute;ram incidentes como a presen&ccedil;a dos donos – o que poderia influenciar os animais de estima&ccedil;&atilde;o – os resultados foram parecidos: 41% dos cachorros se aproximaram sem hesitar quando a cauda balan&ccedil;ava para a esquerda enquanto que apenas 28% fizeram o mesmo quando ela foi abanada para a direita.<br />
<br/><br />
Os pesquisadores disseram que n&atilde;o sabiam se o comportamento dos c&atilde;es era resultado da experi&ecirc;ncia ou uma predisposi&ccedil;&atilde;o herdada. Mas avisaram que os resultados sugerem que a pr&aacute;tica controversa de realiza&ccedil;&atilde;o da caudectomia (cortar a cauda) de algumas ra&ccedil;as poderia interromper ou comprometer a comunica&ccedil;&atilde;o entre os animais.<br />
<br/><br />
Outros estudos medindo a angula&ccedil;&atilde;o da cauda do cachorro enquanto esta se move de um lado para outro em diferentes situa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m indicaram um balan&ccedil;o para esquerda em situa&ccedil;&otilde;es agrad&aacute;veis como contato com o dono e oferecimento de petiscos e brinquedos e um balan&ccedil;o para a direito em situa&ccedil;&otilde;es desconhecidas.<br />
<br/><br />
O psic&oacute;logo animal Roger Mugford disse que a descoberta mostra que os cachorros se comunicam de forma mais sofisticada do que os pesquisadores imaginavam.<br />
<br/>- Sabemos que os c&atilde;es possuem uma linguagem. Ela &eacute; mais complicada do que simplesmente abanar o rabo,: tamb&eacute;m d&aacute; pistas qu&iacute;micas.<br />
<br/><br />
O psic&oacute;logo animal diz que o animal tem uma propens&atilde;o ao lado esquerdo.<br/>- Quando voc&ecirc; faz um sinal para um cachorro, &eacute; melhor fazer isso com sua m&atilde;o esquerda, que &eacute; para onde os c&atilde;es tendem a olhar.<br />
<br/><br />
Segundo o pesquisador, os c&atilde;es s&atilde;o mais humanos do que n&oacute;s achamos.<br />
<br/><br />
Fontes: <a href="Os pesquisadores disseram que n&atilde;o sabiam se o comportamento dos c&atilde;es era resultado da experi&ecirc;ncia ou uma predisposi&ccedil;&atilde;o herdada. Mas avisaram que os resultados sugerem que a pr&aacute;tica controversa de algumas ra&ccedil;as de n&atilde;o mexer a cauda poderia interromper a comunica&ccedil;&atilde;o entre os animais. ">Not&iacute;cias R7</a></p>
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		<title>Viralatas</title>
		<link>http://www.seucachorro.com/viralatas/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jun 2007 19:44:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conheça seu cão]]></category>
		<category><![CDATA[cães de rua]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Genética]]></category>
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		<category><![CDATA[vira-lata]]></category>
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		<category><![CDATA[viralatas]]></category>

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		<description><![CDATA[Fala-se muito nos c&#227;es de ra&#231;a pura, esquecendo-se dos c&#227;es sem ra&#231;a como se estes n&#227;o fossem t&#227;o bons ou t&#227;o bonitos, o que absolutamente n&#227;o &#233; verdade. Durante o processo de evolu&#231;&#227;o do c&#227;o a partir do ancestrais do c&#227;o dom&#233;stico, os primeiros exemplares &#8220;c&#227;es&#8221; que surgiram, seriam animais parecidos com os nossos vira-latas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fala-se muito nos c&atilde;es de ra&ccedil;a pura, esquecendo-se dos c&atilde;es sem ra&ccedil;a como se estes n&atilde;o fossem t&atilde;o bons ou t&atilde;o bonitos, o que absolutamente n&atilde;o &eacute; verdade. Durante o processo de <a href="http://www.seucachorro.com/evolucao">evolu&ccedil;&atilde;o</a> do c&atilde;o a partir do ancestrais do c&atilde;o dom&eacute;stico, os primeiros exemplares &#8220;c&atilde;es&#8221; que surgiram, seriam animais parecidos com os nossos vira-latas atuais. A partir deles &eacute; que foram selecionadas as primeiras variedades que depois viraram as ra&ccedil;as caninas. Assim podemos dizer que todo c&atilde;o de ra&ccedil;a &eacute; um vira-lata especialista e que todo vira-lata &eacute; c&atilde;o generalista.<span id="more-60"></span><br />
<br/><br />
Para entender o que &eacute; um &#8220;viralta&#8221; ou SRD (c&atilde;o Sem Ra&ccedil;a Definida), &eacute; preciso primeiramente entender o que &eacute; uma ra&ccedil;a canina. Atualmente as ra&ccedil;as s&atilde;o definidas por padr&otilde;es que dizem como elas devem ser fisica e psicologicamente. Mas antes disso as &#8216;ra&ccedil;as&#8217; eram apenas tipos caracter&iacute;sticos de determinadas regi&otilde;es e que eram empregados para determinadas fun&ccedil;&otilde;es. C&atilde;es nativos de regi&otilde;es des&eacute;rticas utiliados para a ca&ccedil;a sobre a areia acabaram se adaptando a ter pernas longas e vis&atilde;o apurada para localizar a presa em espa&ccedil;os abertos, para s&oacute; depois serem considerados uma ra&ccedil;a.<br />
<br/><br />
A medida que os homens foram vendo as aptid&otilde;es de cada cachorro, pastoreio, ca&ccedil;a, combate etc&#8230;, foram cruzando seus c&atilde;es de maneira a n&atilde;o perder essas caracter&iacute;sticas. Ou seja, um fazendeiro com um c&atilde;o pastor muito bom e um farejador tamb&eacute;m muito bom, tentaria cruzar seus c&atilde;es com outros bons pastores e outros bons farejadores, talvez pertencentes at&eacute; mesmo a outro fazendeiro caso ele nao tivesse outros bons exemlares, mas n&atilde;o iria querer que eles cruzassem entre si para n&atilde;o correr o risco de ter um c&atilde;o que n&atilde;o fosse nem bom pastor, nem bom farejador. Dessa maneira as ra&ccedil;as caninas surgiram primeiro selecionadas pelas suas fun&ccedil;&otilde;es e s&oacute; depois ganharam uma apar&ecirc;ncia padronizada. Toda ra&ccedil;a, originalmente era composta simplesmente por c&atilde;es nativos de uma regi&atilde;o. Com exce&ccedil;&atilde;o talvez das ra&ccedil;as mais modernas que foram criadas a partir de ra&ccedil;as pr&eacute; existentes.<br />
<br/><br />
Atualmente os vira-latas atuais s&atilde;o como estes c&atilde;es nativos s&oacute; que se reproduzem sem controle humano. Em geral, s&atilde;o bons ca&ccedil;adores, bons guardas e bons farejadores mas dificilmente ser&atilde;o excepcionais em alguma dessas fun&ccedil;&otilde;es ao contr&aacute;rio de um c&atilde;o de ra&ccedil;a tipicamente farejadora, que ser&aacute; um <a href="http://www.seucachorro.com/rastreadores">rastreador</a> excepcional mas dificilmente ser&aacute; um bom guarda. Os tipos de viralatas s&atilde;o diferentes dependendo das partes do mundo onde s&atilde;o encontrados, uma vez que respondem ao ambiente onde vivem. E costumam manter uma certa homogeneidade dentro de uma mesma regi&atilde;o com algumas varia&ccedil;&otilde;es, sobretudo, devido &agrave; mistura com c&atilde;es de ra&ccedil;a.<br />
<br/><br />
Mesmo n&atilde;o sendo poss&iacute;vel prever exatamente o quanto um filhote sem ra&ccedil;a vai crescer quando &eacute; levado pra casa, dependendo da regi&atilde;o &eacute; possivel, sim, ter uma base. Em geral c&atilde;es de regi&otilde;es urbanas e de clima tropical costumam ter p&ecirc;lo curto e porte mediano, temperamento soci&aacute;vel, n&atilde;o costumam ser desconfiados com estranhos e gostam de agradar seus donos. C&atilde;es sem ra&ccedil;a de regi&otilde;es de clima temperado e pouco povoadas geralmente t&ecirc;m porte grande, p&ecirc;los variando do curto ao semi-longo, s&atilde;o mais desconfiados e t&ecirc;m temperamento mais independente. Deste ponto de vista &eacute; incorreto considerar os viralatas ao redor do mundo todo como um &uacute;nico tipo de c&atilde;o. Essa descri&ccedil;&atilde;o no entanto n&atilde;o &eacute; completamente confi&aacute;vel devido ao fato de que n&atilde;o existe nenhum controle sobre a reprodu&ccedil;&atilde;o destes c&atilde;es. S&atilde;o muitos os casos de c&atilde;es de ra&ccedil;a pura, cruzarem com c&atilde;es sem ra&ccedil;a passando caracter&iacute;sticas t&iacute;picas da ra&ccedil;a para os filhotes. Em regi&otilde;es como o nordeste brasileiro &eacute; poss&iacute;vel encontrar c&atilde;es sem ra&ccedil;a com olhos azuis e pelagem semi longa morando nas ruas, o que n&atilde;o &eacute; o normal, mas que mostra que ele tem um poss&iacute;vel ancestral da ra&ccedil;a <a href="http://www.seucachorro.com/husky-siberiano/" title="Husky Siberiano">husky siberiano</a>. Assim como tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel encontrar c&atilde;es com orelhas pendentes ou eretas, quando o tipo original seria o de orelhas eretas.<br />
<br/><br />
Caso algu&eacute;m queria passar a controlar a reprodu&ccedil;&atilde;o dos c&atilde;es viralatas brasileiros, para que o tipo original n&atilde;o se perca devido a misturas com c&atilde;es de ra&ccedil;a, estaria criando uma nova ra&ccedil;a.<br />
<br/><br />
Aqui n&oacute;s vamos diferenciar o c&atilde;o de ra&ccedil;a mesti&ccedil;a do SRD (sem ra&ccedil;a definida) ou vira-lata, embora alguns os tratem da mesma maneira eles apresesetam algumas diferen&ccedil;as fundamentais. O c&atilde;o mesti&ccedil;o &eacute; aquele que &eacute; resultante de um cruzamento entre dois c&atilde;es de ra&ccedil;as pura mas diferentes, enquanto que o c&atilde;o vira-lata t&iacute;pico &eacute; filhote de outros c&atilde;es vira-latas. O cruzamento que origina c&atilde;es mesti&ccedil;os ocorre, normalmente devido a algum acidente, enquanto que os acasalamentos dos c&atilde;es viraltas ocorrem de acordo com a hierarquia social dos c&atilde;es que habitam um determinado local, um bairro por exemplo.<br />
<br/><br />
O verdadeiro c&atilde;o vira-lata possui um genoma bastante heterog&ecirc;neo e portanto possui uma menor disposi&ccedil;&atilde;o para a maioria das doen&ccedil;as gen&eacute;ticas que afetam muitos c&atilde;es de ra&ccedil;a pura. Muitos pensam, por isso, que os c&atilde;es vira latas s&atilde;o mais resistentes a doen&ccedil;as em geral. Isto &eacute; apenas parcialmente verdade. C&atilde;es sem ra&ccedil;a precisam ser vacinados, vermifugados e protegidos de doen&ccedil;as como qualquer outro cachorro. Precisam de uma alimenta&ccedil;&atilde;o adequada e de exerc&iacute;cios. Algumas pessoas acham que c&atilde;es de ra&ccedil;a t&ecirc;m &#8220;frescura&#8221; e que os cuidados s&atilde;o desnecess&aacute;rios. Isso &eacute; um absurdo.<br />
<br/><br />
C&atilde;es de rua s&atilde;o realmente mais resistentes que c&atilde;es criados em casas, mas isso n&atilde;o depende do fato de terem ou n&atilde;o ra&ccedil;a. C&atilde;es nascidos na rua n&atilde;o recebem cuidados, nem vacinas e nem t&ecirc;m quem cuide de seus ferimentos. Mesmo que sejam de ra&ccedil;a pura qualquer cachorro submetido a estas condi&ccedil;&otilde;es s&oacute; sobrevive se for realmente forte. Seguindo a lei da sele&ccedil;&atilde;o natural de Darwin, em algumas gera&ccedil;&otilde;es os c&atilde;es de rua ser&atilde;o realemte mais resistentes que os c&atilde;es criados em casa porque se n&atilde;o o fossem morreriam. Criados em casa, precisam dos mesmos cuidados que qualquer animal dom&eacute;stico.<br />
<br/><br />
Os c&atilde;es de rua s&atilde;o um problema em diversas cidades do mundo. Nas ruas os c&atilde;es est&atilde;o sujeitos a doen&ccedil;as, maltratos, atropelamentos, frio, fome e parasitas, al&eacute;m disso no mundo todo c&atilde;es de rua  produzem toneladas de fezes dentro das cidades, mordem pessoas e podem disseminar doen&ccedil;as como leishmaniose ou raiva para pessoas e para outros animais. A principal preocupa&ccedil;&atilde;o das autoridades &eacute; com o controle da raiva. C&atilde;es sem dono n&atilde;o s&atilde;o vacinados e podem iniciar focos da doen&ccedil;a dentro de &aacute;reas urbanas. Em algumas regi&otilde;es do leste europeu existem gruposde c&atilde;es sem dono vivendo como c&atilde;es selvagens dentro de cidades, eles moram em constru&ccedil;&otilde;es abondonadas e existem casos de ataques fatais a pessoas.<br />
<br/><br />
A melhor medida para controlar o n&uacute;mero de animais vivendo nas ruas &eacute; a castra&ccedil;&atilde;o dos mesmos. A ado&ccedil;&atilde;o de c&atilde;es abandonados &eacute; outra maneira de ajudar um c&atilde;o vira-lata ainda &eacute; uma excelente op&ccedil;&atilde;o para quem quer um c&atilde;ozinho bastante vers&aacute;til.<br />
<br/><br />
<small>Refer&ecirc;ncias utilizadas: </small></p>
<ul><br/></p>
<li><small>Revista addestramento</small></li>
<li><small>animal planet</small></li>
<li><small>Revista c&atilde;es e cia</small></li>
</ul>
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		<title>Teste de Temperamento</title>
		<link>http://www.seucachorro.com/teste-de-temperamento/</link>
		<comments>http://www.seucachorro.com/teste-de-temperamento/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 23:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas para criar]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[escolha o filhote]]></category>
		<category><![CDATA[filhote]]></category>
		<category><![CDATA[teste de comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[&#201; um teste utilizado para avaliar o temperamento do filhote e garantir a melhor escolha por parte do novo dono ou do criador que quer indicar o melhor cachorro para cada tipo de dono. Embora o teste Volhard seja teste de temperamento mais utilizado, podem existir variantes com as mesmas finalidades. Esta &#233; uma op&#231;&#227;o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&Eacute; um teste utilizado para avaliar o temperamento do filhote e garantir a melhor escolha por parte do novo dono ou do criador que quer indicar o melhor cachorro para cada tipo de dono.<br />
<br/> Embora o teste Volhard seja teste de temperamento mais utilizado, podem existir variantes com as mesmas finalidades.<br />
<br/> Esta &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o em 6 etapas, testada por adestradores que t&ecirc;m dado bons resultados:<span id="more-46"></span><br />
<br/><br />
1&ordm;Teste: Vir at&eacute; n&oacute;s<br />
<br/><br />
Coloque o filhote no ch&atilde;o em local desconhecido. Afaste-se aos poucos e agache-se. Chame-o com um tom de voz alegre e de forma afetuosa, batendo palmas (suavemente). Marque a resposta apropriada. &#8211; O filhote:<br />
<br/> </p>
<ol>
<li>Veio prontamente, pulou em voc&ecirc; e, talvez, p&ocirc;s a boca na sua m&atilde;o ou mordeu-a.</li>
<li>Veio prontamente, cauda levantada e subiu no seu colo.</li>
<li>Veio prontamente, cauda nivelada ou ligeiramente ca&iacute;da.</li>
<li>Veio, mas hesitante, talvez rastejando.</li>
<li>N&atilde;o veio.</li>
</ol>
<p><br/><br />
2&ordm; Teste: Seguir pessoas<br />
<br/><br />
Fique em p&eacute; e afaste-se do filhote, sem encoraj&aacute;-lo. Observe sua rea&ccedil;&atilde;o. O filhote:<br />
<br/> </p>
<ol>
<li>Seguiu voc&ecirc; bem de perto, cauda levantada, sacolejando e perseguindo seus p&eacute;s.</li>
<li>Seguiu-o bem de perto, cauda levantada e parou bem perto.</li>
<li>Seguiu-o hesitante.</li>
<li>Seguiu-o devagar, talvez rastejando.</li>
<li>N&atilde;o seguiu-o</li>
</ol>
<p><br/><br />
3&ordm;Teste: Buscar objetos</p>
<p>Mostre um papel amassado ou bola de borracha ao filhote. Quando perceber que ele o viu, arremesse-o na frente dele, a uma curta dist&acirc;ncia. O filhote:<br />
<br/> </p>
<ol>
<li>Perseguiu o papel rapidamente, trouxe-o de volta, mas ficou brincando sem devolv&ecirc;-lo.</li>
<li>Perseguiu o papel, trouxe-o de volta e permitiu que voc&ecirc; o pegasse.</li>
<li>Foi atr&aacute;s hesitante, mas trouxe-o de volta at&eacute;, pelo menos, parte do caminho.</li>
<li>N&atilde;o foi atr&aacute;s.</li>
<li>Foi atr&aacute;s do papel, mas desistiu, mudando de dire&ccedil;&atilde;o.</li>
</ol>
<p><br/><br />
4&ordm;Teste: Adestramento<br />
<br/><br />
Fique em p&eacute;, com o filhote olhando para voc&ecirc;. Com as m&atilde;os sobre a cabe&ccedil;a dele amasse um peda&ccedil;o de papel produzindo um barulho bem percept&iacute;vel. Continue com o barulho e conduza as m&atilde;os devagar em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; cauda, dizendo &#8220;senta&#8221;. Quando ele obedecer, elogie-o e permita que brinque rapidamente com o papel.<br />
Repita 4 ou 5 vezes. O filhote:<br />
<br/> </p>
<ol>
<li>Pula em voc&ecirc;, tentando pegar o papel.</li>
<li>Pula em voc&ecirc; na primeira vez, mas depois, na segunda ou terceira tentativa, senta rapidamente com a cauda balan&ccedil;ando.</li>
<li>Senta na segunda ou terceira vez.</li>
<li>Senta e, depois, deita.</li>
<li>Vai embora.</li>
</ol>
<p><br/><br />
5&ordm;Teste: Ser acariciado<br />
<br/><br />
Acaricie o filhote afagando a cabe&ccedil;a, pesco&ccedil;o, ombros e costas. Passe a m&atilde;o nas orelhas, focinho, patas e por todo o corpo. O filhote:</p>
<ol>
<li>Pula em voc&ecirc;, rosna ou morde suas m&atilde;os.</li>
<li>P&otilde;e as patas nas suas m&atilde;os, fica excitado movendo o corpo e tenta subir em voc&ecirc;.</li>
<li>Fica excitado, movendo o corpo e lambe sua m&atilde;o.</li>
<li>Rola no ch&atilde;o e fica de barriga para cima.</li>
<li>Debate-se e afasta-se.</li>
</ol>
<p><br/><br />
6&ordm;teste: Domin&acirc;ncia<br />
<br/><br />
Role o filhote no ch&atilde;o, de lado e de costas, e segure-o de forma que fique im&oacute;vel, at&eacute; se acalmar. O filhote:</p>
<ol>
<li>Resiste com todas as suas for&ccedil;as, tenta morder, rosna e resmunga.</li>
<li>Resiste vigorosamente e talvez resmunga.</li>
<li>Resiste, mas depois se acalma.</li>
<li>N&atilde;o resiste, lambe suas m&atilde;os.</li>
<li>N&atilde;o resiste e, talvez, urina.</li>
</ol>
<p><br/><br />
Interpreta&ccedil;&atilde;o dos resultados:<br />
<br/> </p>
<li>Tr&ecirc;s ou mais resultados &#8220;1&#8243;</li>
<p><br/><br />
O filhote &eacute; dominante e mostra tend&ecirc;ncia agressiva. Pode morder. N&atilde;o &eacute; indicado como primeiro c&atilde;o para uma fam&iacute;lia com crian&ccedil;as pequenas e nem para uma pessoa tranq&uuml;ila e d&oacute;cil. Seu dono dever&aacute; ser adulto, experiente e educ&aacute;-lo com firmeza, mas sem agressividade para n&atilde;o deix&aacute;-lo mais agressivo. O c&atilde;ozinho poder&aacute; tornar-se um bom companheiro e prestar bons servi&ccedil;os, mas h&aacute; tamb&eacute;m a possibilidade de que venha a ser dif&iacute;cil de controlar.<br/> </p>
<li>Tr&ecirc;s ou mais &#8220;2&#8243; ou uma combina&ccedil;&atilde;o de &#8220;1&#8243; com &#8220;2&#8243;.</li>
<p><br/><br />
O filhote tende a ser extrovertido e dominante. N&atilde;o &eacute; indicado como primeiro c&atilde;o nem para uma fam&iacute;lia com crian&ccedil;as pequenas, embora sirva para crian&ccedil;as mais velhas. Ser&aacute; um bom c&atilde;o de trabalho para um dono experiente.<br/> </p>
<li>Tr&ecirc;s ou mais &#8220;3&#8243;.</li>
<p><br/><br />
Este c&atilde;o serve para a maioria das pessoas. &Eacute; adequado para uma fam&iacute;lia com crian&ccedil;as, para pessoas idosas e para quem pretende ter um c&atilde;o pela primeira vez. Aceitar&aacute; bem o treinamento.<br/> </p>
<li>Tr&ecirc;s ou mais &#8220;4&#8243;</li>
<p><br/><br />
&Eacute; um c&atilde;o submisso que precisa ser tratado com delicadeza, um companheiro adequado para pessoas idosas ou para adultos tranq&uuml;ilos. Seu dono n&atilde;o precisa ser experiente, mas um treinamento positivo e socialibiza&ccedil;&atilde;o cuidadosa ajudar&atilde;o o c&atilde;o a se integrar melhor. N&atilde;o deve ser tratado com viol&ecirc;ncia.<br/> </p>
<li>Tr&ecirc;s ou mais ‘5’ ou combina&ccedil;&atilde;o de ‘4’ com ‘5’.</li>
<p><br/><br />
Este c&atilde;o pode ser excessivamente t&iacute;mido. Se tiver um &#8220;1&#8243; na pontua&ccedil;&atilde;o pode morder em situa&ccedil;&atilde;o de estresse, n&atilde;o sendo indicado para crian&ccedil;as ou donos inexperientes.<br/><br />
<br/><br />
<small>Refer&ecirc;ncias utilizadas: </small></p>
<ul>
<li><small>Revista C&atilde;es &amp; Cia</small></li>
<li><small>Agility News</small></li>
</ul>
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		<title>Teste Volhard</title>
		<link>http://www.seucachorro.com/teste-volhard/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 23:19:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas para criar]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[filhotes]]></category>
		<category><![CDATA[Temperamento]]></category>
		<category><![CDATA[teste de comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[teste Volhard]]></category>

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		<description><![CDATA[&#201; um teste utilizado para avaliar o temperamento do filhote e garantir a melhor escolha por parte do novo dono ou do criador que quer indicar o melhor cachorro para cada tipo de dono. O teste &#233; simples de ser aplicado e avalia 10 itens b&#225;sicos de comportamento canino. Este teste j&#225; foi analizado por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&Eacute; um teste utilizado para avaliar o temperamento do filhote e garantir a melhor escolha por parte do novo dono ou do criador que quer indicar o melhor cachorro para cada tipo de dono.</p>
<p>O teste &eacute; simples de ser aplicado e avalia 10 itens b&aacute;sicos de comportamento canino. Este teste j&aacute; foi analizado por adestradores brasileiros que o consideraram muito bom e completo, ele tamb&eacute;m &eacute; utilizado para ajudar a determinar quais filhotes de uma ninhada t&ecirc;m aptid&atilde;o para serem treinados como c&atilde;es-guia. <span id="more-45"></span></p>
<p>Para fazer o teste, voc&ecirc; ir&aacute; precisar de:</p>
<li>Papel e caneta para anotar o resultado do teste para cada filhote</li>
<li>Uma bola de papel ou uma bola de borracha, com o tamanho aproximado de uma bola de t&ecirc;nis</li>
<li>Uma panela e uma colher de metal</li>
<li>Uma toalha ou trapo de tamanho pequeno</li>
<li>Guarda-chuva</li>
<p>Para se aplicar o teste o filhotes devem ter 7 semanas de vida, m&iacute;nimo de 49 dias. O filhote n&atilde;o deve ter sido vacinado no dia do teste, nem na v&eacute;spera e n&atilde;o deve ter acabado de comer ou isso pode interferir no resultado do teste. O local de aplica&ccedil;&atilde;o do teste deve ser desconhecido para o filhote, n&atilde;o deve ter ch&atilde;o escorregadio, al&eacute;m disso o teste deve ser aplicado em cada filhote separadamente, ou a presen&ccedil;a dos irm&atilde;os pode influenciar nas rea&ccedil;&otilde;es do filhote.</p>
<p>Uma pessoa deve aplicar o teste enquanto outra anota os resultados, o observador n&atilde;o deve ser algu&eacute;m que o filhote j&aacute; conhece e n&atilde;o deve chamar o c&atilde;o e nem interferir de maneira nenhuma durante o teste.</p>
<p>O observador deve marcar sempre a primeira rea&ccedil;&atilde;o do filhote.</p>
<p>Durante a aplica&ccedil;&atilde;o do teste que &eacute; r&aacute;pida, evite falar alto ou gesticular muito para n&atilde;o intimidar o filhote.</p>
<p>1&ordm; teste: Atender ao chamado (Atra&ccedil;&atilde;o por pessoas)<br />
Avalia: sociabilidade, treinabilidade.</p>
<p>Coloque o filhote no ch&atilde;o em local desconhecido. Afaste-se aos poucos (at&eacute; uma dist&acirc;ncia de 1,20m) e agache-se. Chame-o com um tom de voz alegre e de forma afetuosa, batendo palmas (suavemente).Observe sua rea&ccedil;&atilde;o.</p>
<ol>
<li> O c&atilde;o vem logo, animado, e salta e morde a m&atilde;o do examinador. (1 ponto)</li>
<li>O c&atilde;o vem logo, animado, bate com a pata no examinador, lambe a m&atilde;o. (2 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o vem logo, animado, mas n&atilde;o encosta no examinador. (3 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o vem logo, sem mostrar &acirc;nimo. (4 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o vem hesitante. (5 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o n&atilde;o vem. (6 pontos) &#8211; Se o c&atilde;o apresentou essa rea&ccedil;&atilde;o, visando os pr&oacute;ximos testes, deixe o c&atilde;o cheirar sua m&atilde;o, acaricie-o e converse com ele de forma encorajadora para despertar-lhe a confian&ccedil;a.</li>
</ol>
<p>2&ordm; teste:Seguir pessoas (Seguir a lideran&ccedil;a humana)<br />
Avalia: independ&ecirc;ncia, intera&ccedil;&atilde;o com humanos, treinabilidade</p>
<p>Aplique ap&oacute;s o teste anterior sem interrup&ccedil;&atilde;o. Levante e se afaste devagar. Fale com o c&atilde;o, bata palmas e chame-o. Obserse sua rea&ccedil;&atilde;o.</p>
<ol>
<li>O c&atilde;o segue logo, animado, e coloca-se entre os p&eacute;s do examinador e o morde, atrapalhando a caminhada. (1 ponto)</li>
<li>O c&atilde;o segue logo, animado, e coloca-se entre os p&eacute;s do examinador. (2 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o segue logo, animado, e n&atilde;o se coloca entre os p&eacute;s do examinador nem encosta nele. (3 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o segue logo, mostrando submiss&atilde;o. (4 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o segue hesitante. (5 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o n&atilde;o segue ou se afasta. (6 pontos)</li>
</ol>
<p>3&ordm; Teste: Restri&ccedil;&atilde;o (Facilidade de controle sob dom&iacute;nio f&iacute;sico)<br />
Avalia:  submiss&atilde;o, treinabilidade.</p>
<p>Agache-se, vire com muita delicadeza o filhote de costas e segure-o com uma m&atilde;o no peito, sem muita press&atilde;o, por at&eacute; 30 segundos, olhando-o com express&atilde;o gentil e tentando estabelecer contato visual, por&eacute;m sem falar. Observe a rea&ccedil;&atilde;o.</p>
<ol>
<li>O c&atilde;o se debate muito e morde. (1 ponto)</li>
<li>O c&atilde;o debate-se muito. (2 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o debate-se e aceita, sem evitar contato visual com o examinador.(3 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o debate-se pouco e aceita. (4 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o n&atilde;o se debate. (5 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o n&atilde;o se debate e se esfor&ccedil;a para evitar contato visual.(6 pontos)</li>
</ol>
<p>4&ordm; Teste: Acariciar (Facilidade de controle pelo carinho)<br />
Avalia: independ&ecirc;ncia, domin&acirc;ncia, aceita&ccedil;&atilde;o de proximidade de pessoas, treinabilidade.</p>
<p>Aplique logo em seguida ao teste anterior, sem interrup&ccedil;&atilde;o. Deixe o filhote ficar em p&eacute; ou sentar, agache-se ao lado dele e acaricie-o da cabe&ccedil;a &agrave; cauda com uma m&atilde;o. Observe a rea&ccedil;&atilde;o.</p>
<ol>
<li>O filhote pula, bate com as patas, morde, rosna. (1 ponto)</li>
<li>O filhote pula, bate com as patas. (2 pontos)</li>
<li>O filhote fica receptivo, ro&ccedil;a no examinador e tenta lamber seu rosto. (3 pontos)</li>
<li>O filhote fica muito receptivo, lambe a m&atilde;o do examinador. (4 pontos)</li>
<li> O filhote rola no ch&atilde;o e lambe a m&atilde;o do examinador. (5 pontos)</li>
<li>O filhote afasta-se. (6 pontos)</li>
</ol>
<p>5&ordm; Teste: Eleva&ccedil;&atilde;o (Facilidade de controle em situa&ccedil;&atilde;o de risco)<br />
Indica: domin&acirc;ncia, medo.</p>
<p>Mantenha a posi&ccedil;&atilde;o agachada, pegue o filhote com as m&atilde;os sob o peito e levante-o cerca de 30 cm, por at&eacute; 30 segundos.</p>
<ol>
<li>O c&atilde;o se debate e morde. (1 ponto)</li>
<li>O c&atilde;o se debate e n&atilde;o morde. (2 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o se debate e aceita, debate-se, aceita, seguidamente. (3 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o n&atilde;o se debate e fica relaxado. (4 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o n&atilde;o se debate e fica tenso. (5 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o n&atilde;o se debate e fica paralisado. (6 pontos)</li>
</ol>
<p>6&ordm; teste: Buscar (Vontade de fazer algo pelo dono)<br />
Avalia: treinabilidade, intera&ccedil;&atilde;o com humanos, obedi&ecirc;ncia.</p>
<p>Ainda agachado, acene com um papel amassado (bolinha) e lance-o cerca de um metro &agrave; frente do c&atilde;o, em local vis&iacute;vel, encorajando-o a buscar.</p>
<ol>
<li>O c&atilde;o pega o papel e se afasta. (1 ponto)</li>
<li>O c&atilde;o pega, n&atilde;o traz e n&atilde;o se afasta. (2 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o pega e traz. (3 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o vai at&eacute; o papel e volta sem ele. (4 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o come&ccedil;a a ir ao papel mas perde o interesse.(5 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o n&atilde;o vai ao papel. (6 pontos)</li>
</ol>
<p>7&ordm; Teste:Press&atilde;o na pata (Resist&ecirc;ncia &agrave; dor)<br />
Indica: sensibilidade &agrave; dor.</p>
<p>Continue agachado e aperte de leve, com o polegar e o indicador, os dedos de uma pata dianteira do c&atilde;o. Aumente aos poucos a press&atilde;o e conte mentalmente de um at&eacute; dez ou pare antes se o c&atilde;o reagir. Se ele n&atilde;o deixar tocar a pata, pressione a orelha. Se antes dele reagir, voc&ecirc; contou:</p>
<ol>
<li>de 8 a 10 segundos. (1 ponto)</li>
<li>de 6 a 8 segundos. (2 pontos)</li>
<li>de 5 ou 6 segundos. (3 pontos)</li>
<li>de 3 a 5 segundos. (4 pontos)</li>
<li>de 2 a 3 segundos. (5 pontos)</li>
<li>1 ou 2 segundos. (6 pontos)</li>
</ol>
<p>8&ordm;Teste: Barulho forte (Rea&ccedil;&atilde;o a sons)<br />
Avalia: sensibilidade a ru&iacute;do, medo.</p>
<p>Coloque o filhote no centro da &aacute;rea e fique ao lado dele. O observador, de frente para o filhote e n&atilde;o muito pr&oacute;ximo, bate forte uma colher numa panela, ambas de metal, uma &uacute;nica vez.</p>
<ol>
<li>O c&atilde;o localiza o som e vai excitado at&eacute; a origem. (1 ponto)</li>
<li>O c&atilde;o localiza o som e vai at&eacute; a origem, sem excita&ccedil;&atilde;o. (2 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o localiza o som e n&atilde;o vai at&eacute; a origem, mas mostra curiosidade. (3 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o localiza o som e n&atilde;o vai e nem mostra curiosidade. (4 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o localiza o som e encolhe-se, afasta-se e esconde-se. (5 pontos)</li>
<li> O c&atilde;o ignora o som. (6 pontos)</li>
</ol>
<p>9&ordm; Teste: Perseguir (Rea&ccedil;&atilde;o a algo que se move)<br />
Avalia:Potencial para perseguir pessoas, animais e objetos em movimento, bem como sensibilidade visual.</p>
<p>Coloque o filhote no centro da &aacute;rea. Amarre uma toalhinha na ponta de uma guia e, ficando ao lado dele, lance-a rente ao ch&atilde;o. Puxe-a de volta aos poucos em tr&ecirc;s vezes e observe a rea&ccedil;&atilde;o que prevalece.</p>
<ol>
<li>O c&atilde;o ataca e morde. (1 ponto)</li>
<li>O c&atilde;o pega a toalha sem atacar. (2 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o investiga com interesse. (3 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o olha curioso mas n&atilde;o investiga. (4 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o foge ou se esconde. (5 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o ignora a toalha. (6 pontos)</li>
</ol>
<p>10&ordm;Teste: Pegar de surpresa (Rea&ccedil;&atilde;o a situa&ccedil;&atilde;o inesperada)<br />
Avalia: Estabilidade, equil&iacute;brio.</p>
<p>Fique a um metro e meio do c&atilde;o, abra um guarda-chuva e coloque-o no ch&atilde;o para ele investigar.</p>
<ol>
<li>O c&atilde;o avan&ccedil;a e morde. (1 ponto)</li>
<li>O c&atilde;o aproxima-se e abocanha sem morder.(2 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o aproxima-se, investiga e n&atilde;o abocanha.(3 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o fica parado e olha. (4 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o afasta-se e esconde-se. (5 pontos)</li>
<li>O c&atilde;o ignora o guarda-chuva. (6 pontos)</li>
</ol>
<p>Normalmente em um teste como esse, um mesmo filhote ir&aacute; obter pontua&ccedil;&otilde;es com uma pequena vari&ccedil;ao e prevalecendo uma delas. or exemlo, um filhote que receba pontua&ccedil;&atilde;o 2 no primeiro teste, tende a receber muitos 2 durante todo o teste, com alguns resultados 1 ou 3. Se a varia&ccedil;&atilde;o for muito grande, um mesmo filhote recebendo resultados de 1 a 6 em diferentes etapas do teste, &eacute; poss&iacute;vel que ele seja muito inst&aacute;vel.</p>
<p>A preval&ecirc;ncia de cada pontua&ccedil;&atilde;o indica:</p>
<p>Preval&ecirc;ncia de 1 ponto: C&atilde;o muito dominante, de dif&iacute;cil controle. Com forte desejo de lideran&ccedil;a, n&atilde;o hesitar&aacute; em lutar por ela, agredir e morder pessoas e outros c&atilde;es. S&oacute; deve ir a um lar muito experiente, e receber treino rotineiro. N&atilde;o deve conviver com crian&ccedil;as, idosos e outros animais.</p>
<p>Preval&ecirc;ncia de 2 pontos: C&atilde;o dominante, aspira a lideran&ccedil;a. De eventual dif&iacute;cil controle, pode morder. Autoconfiante demais e com excesso de energia para crian&ccedil;as, idosos e outros animais. Requer exerc&iacute;cio e treino, al&eacute;m de hor&aacute;rios r&iacute;gidos. Donos experientes podem obter &oacute;timo conv&iacute;vio com ele.</p>
<p>Preval&ecirc;ncia de 3 pontos: Convive bem com pessoas e outros animais. Pode ter muita energia e precisar de muito exerc&iacute;cio. Boa op&ccedil;&atilde;o para um dono que j&aacute; teve outro c&atilde;o. Precisa de treino e aprende depressa.</p>
<p>Preval&ecirc;ncia de 4 pontos: &Eacute; o tipo de c&atilde;o adequado para companhia e a melhor op&ccedil;&atilde;o para donos de primeira viagem. N&atilde;o &eacute; o guarda ideal por ser submisso demais. Raramente se esfor&ccedil;ar&aacute; para obter uma &#8220;promo&ccedil;&atilde;o&#8221; na hierarquia familiar. F&aacute;cil de treinar e bastante tranq&uuml;ilo. Bom para idosos e crian&ccedil;as pequenas, das quais pode at&eacute; precisar ser protegido.</p>
<p>Preval&ecirc;ncia de 5 pontos: Muito submisso, medroso e t&iacute;mido, requer manejo cuidadoso. Tende a se assustar com pessoas, lugares e barulhos estranhos. At&eacute; um piso diferente pode incomod&aacute;-lo. Quando recebe carinho, na chegada do dono, pode urinar em sinal de submiss&atilde;o. Se encurralado, tenta fugir. n&atilde;o conseguindo, pode morder. Precisa de um lar especial, sem crian&ccedil;as e onde o ambiente n&atilde;o mude muito. Melhor para um casal tranq&uuml;ilo.</p>
<p>Preval&ecirc;ncia de 6 pontos: t&atilde;o independente que n&atilde;o se apega ao dono. Apesar de pessoas o utilizarem como guarda, n&atilde;o &eacute; recomendado pois pode provocar acidentes.</p>
<p>Pontua&ccedil;&atilde;o muito irregular: indica temperamento inst&aacute;vel, n&atilde;o recomend&aacute;vel em um c&atilde;o para uma fam&iacute;lia.</p>
<p>Outras interpreta&ccedil;&otilde;es:</p>
<li>O teste de &#8220;Restri&ccedil;&atilde;o&#8221; &eacute; um dos mais importantes: Pois indica como o c&atilde;o reage &agrave; lideran&ccedil;a humana.</li>
<li>Para crian&ccedil;as: o filhote com preval&ecirc;ncia da pontua&ccedil;&atilde;o 4, e, a seguir, da pontua&ccedil;&atilde;o 3, ser&aacute; bom com as crian&ccedil;as e se dar&aacute; bem nos treinos. O filhote que fica relaxado e n&atilde;o se debate durante o teste Eleva&ccedil;&atilde;o ser&aacute; f&aacute;cil de lidar quando adulto.</li>
<li>Treinabilidade: Os mais facilmente trein&aacute;veis s&atilde;o os com preval&ecirc;ncia de pontua&ccedil;&atilde;o 4 ou 3 ou de ambas, mesmo que tenham baixa sensibilidade ao toque, que pode ser compensada com equipamento adequado de treino. No teste Buscar, o filhote que volta com ou sem o papel est&aacute; propenso a trabalhar para as pessoas. Pode ter &oacute;timo desempenho em provas de obedi&ecirc;ncia e ser, por exemplo, apto aos treinamentos mais sofisticados, como o de c&atilde;o para guia de cegos.</li>
<li>Para experts: o c&atilde;o com pontos repetidos 1 ou 2 precisa de muita lideran&ccedil;a e experi&ecirc;ncia para ser controlado. &Eacute; o dominante. Especialmente se obteve 1 ponto nos testes Restri&ccedil;&atilde;o e Eleva&ccedil;&atilde;o.</li>
<li>Guarda: conforme a preval&ecirc;ncia de pontua&ccedil;&atilde;o nos dez testes, o c&atilde;o demonstrar&aacute; potencial para um determinado tipo de guarda. Os cincos primeiros testes s&atilde;o os mais importantes, pois avaliam graus de domin&acirc;ncia, por&eacute;m os demais tamb&eacute;m devem ser levados em conta.a) casa com adultos inexperientes: preval&ecirc;ncia de 4 pontos;b) casa com adultos experientes e com tempo dispon&iacute;vel para dedicar ao c&atilde;o: preval&ecirc;ncia de 3 e 2 pontos;c) guarda restrita ao uso profissional: preval&ecirc;ncia de 2 e 1 pontos. Leigos que ficam com esses c&atilde;es est&atilde;o muito sujeitos a provocar acidentes.</li>
<li>Casos especiais: a pontua&ccedil;&atilde;o 5 no teste Barulho Forte est&aacute; bastante relacionada a timidez e medo — o melhor para esse c&atilde;o &eacute; um lar calmo e silencioso. N&atilde;o reagir de forma alguma ao som pode indicar surdez.</li>
<li>Um filhote com muitos 6 e 1, al&eacute;m de independente (ver Prevalecem 6 pontos), pode ser mordedor e, se tiver pontua&ccedil;&otilde;es 5, pode ter p&acirc;nico de pessoas.</li>
<li>Pontua&ccedil;&atilde;o 5 nos testes Press&atilde;o na Pata e Barulho Forte indicam um c&atilde;o que pode se apavorar facilmente e morder por medo em situa&ccedil;&otilde;es estressantes.</li>
<p><small>Refer&ecirc;ncias utilizadas: </small></p>
<ul>
<li><small>Revista C&atilde;es e Cia</small></li>
</ul>
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		<title>Escolhendo o filhote</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 21:02:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas para criar]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[filhote]]></category>
		<category><![CDATA[teste de comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[teste Volhard]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A aquisi&#231;&#227;o de um c&#227;o pode ser a &#250;nica oportunidade que os humanos t&#234;m de escolher um parente.&#8221; &#8211; Mordeckai Siegal A escolha do filhote &#233; um momento de muita import&#226;ncia para a vida do dono e da fam&#237;lia, assim como de todos que v&#227;o conviver com aquele cachorro futuramente. &#201; importante frisar que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;A aquisi&ccedil;&atilde;o de um c&atilde;o pode ser a &uacute;nica oportunidade que os humanos t&ecirc;m de escolher um parente.&#8221; &#8211; Mordeckai Siegal</p></blockquote>
<p>A escolha do filhote &eacute; um momento de muita import&acirc;ncia para a vida do dono e da fam&iacute;lia, assim como de todos que v&atilde;o conviver com aquele cachorro futuramente. &Eacute; importante frisar que a aquisi&ccedil;&atilde;o de um filhote para ser bem feita deve ser consciente e respons&aacute;vel.<span id="more-44"></span></p>
<p><img src="http://www.seucachorro.com/wp-content/uploads/2007/11/filhote-labrador.jpg" alt="Filhote labrador 1" align="left" />Muitas pessoas compram filhotes por impulso, sem saberem de fato o que est&atilde;o levando para casa, e enfrentam muitos problemas futuros por causa disto. Muitos acabam desistindo do cachorro, dando para outras pessoas ou at&eacute; mesmo abandonando o filhote ou o c&atilde;o j&aacute; adulto. Antes de se pensar em comprar ou adotar um cachorro deve-se pensar primeiramente&#8221; Que tipo de c&atilde;o eu quero?&#8221;.&Eacute; importante que se tenha em mente, antes de se comprar o filhote o que se espera dele. Algumas pessoas querem um c&atilde;o de guarda, outras uma companhia para dentro de casa, outros gostam de c&atilde;es esportistas e outros n&atilde;o t&ecirc;m tempo nem disposi&ccedil;&atilde;o para exercitar seus c&atilde;es. Alguns querem um filhote bem treinado e bem comportado e outros ainda querem um cachorro para brincar com seus filhos. Neste caso &eacute; v&aacute;lido lembrar que deve-se avaliar a toler&acirc;ncia da ra&ccedil;a escolhida &agrave;s brincadeiras das crian&ccedil;as. Alguns c&atilde;es como o <a title="Terra nova" href="http://www.seucachorro.com/terra-nova/">Terra nova</a> e o S&atilde;o Bernardo, entre outros, costumam ser muito pacientes com crian&ccedil;as e s&atilde;o algumas das ra&ccedil;as mais recomendadas para conviver com crian&ccedil;as pequenas, ao contr&aacute;rio de outras ra&ccedil;as, especialmente c&atilde;es muito pequenos que, por serem mais fr&aacute;geis, n&atilde;o s&atilde;o muito tolerantes com as crian&ccedil;as j&aacute; que as brincadeiras das mesmas podem vir a machuc&aacute;-los. Outras ra&ccedil;as como o setter irland&ecirc;s, por exemplo, t&ecirc;m muita energia e s&atilde;o &oacute;timos para acompanhar as brincadeiras das crian&ccedil;as mais agitadas, enquanto outras ra&ccedil;as, como o <a title="Yorkshire terrier" href="http://www.seucachorro.com/yorkshire-terrier/">yorkshire</a> preferem a tranquilidade e podem desapontar as crian&ccedil;as que esperavam no cachorro um companheiro para brincadeiras mais en&eacute;rgicas.</p>
<p>Todas as diferentes ra&ccedil;as que existem t&ecirc;m diferentes aptid&otilde;es e diferentes fun&ccedil;&otilde;es, e se informar sobre a ra&ccedil;a que voc&ecirc; quer comprar ou adotar antes de lev&aacute;-la para casa &eacute; a melhor maneira de saber se ela se adapta ao seu estilo de vida e ao que voc&ecirc; espera dela.</p>
<p>Ra&ccedil;as como o <a title="Husky Siberiano" href="http://www.seucachorro.com/husky-siberiano/">husky siberiano</a>, apesar de sua apar&ecirc;ncia de <a title="Lobo" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobo</a>, n&atilde;o servem como c&atilde;es de guarda pois n&atilde;o possuem instinto territorial forte e n&atilde;o desconfiam de estranhos. Outras ra&ccedil;as como o fila brasileiro possuem este instinto e s&atilde;o excelentes c&atilde;es de guarda. C&atilde;es como o <a title="Pug" href="http://www.seucachorro.com/pug/">pug</a> embora sejam &oacute;timos c&atilde;es de apartamento e companhia n&atilde;o s&atilde;o uma boa op&ccedil;&atilde;o se voc&ecirc; quer um c&atilde;o que lhe acompanhe durante caminhadas e exerc&iacute;cios. Ra&ccedil;as como o collie e o <a title="Border collie" href="http://www.seucachorro.com/border-collie/">border collie</a> s&atilde;o ra&ccedil;as maravilhosas, mas que precisam de atividade e de passeios ou ficar&atilde;o entediados e podem  se tornar destrutivos.</p>
<p>Vale dizer que c&atilde;es de ra&ccedil;as de guarda, para serem bons c&atilde;es de guarda, n&atilde;o necessitam do tratamento que muitas vezes recebem aqui no Brasil. O confinamento e a n&atilde;o socializa&ccedil;&atilde;o do c&atilde;o, bem como maus tratos que hoje ainda constituem, infelizmente, uma pr&aacute;tica relativamente comum para tornar o c&atilde;o violento s&atilde;o os verdadeiros respons&aacute;veis por acidentes lament&aacute;veis que muitas vezes ocorrem em grandes cidades do Brasil. O verdadeiro c&atilde;o de guarda possui o instinto territorial e desconfia de estranhos atacando os invasores de seu territ&oacute;rio e defendendo sua fam&iacute;lia. Por isso a import&acirc;ncia da escolha da ra&ccedil;a e da &#8220;posse respons&aacute;vel&#8221; independente do que se queira do c&atilde;o.</p>
<p><img class="direito" src="http://www.seucachorro.com/wp-content/uploads/2007/11/filhote-shiba.jpg" alt="Filhote shiba foto 1" />Uma vez escolhida a ra&ccedil;a de acordo com o que o futuro dono espera dela, &eacute; hora de escolher qual filhote. Existem no Brasil casos de &#8220;pastores alem&atilde;es&#8221; que nao fazem a guarda direito, &#8220;<a title="labrador retriever" href="http://www.seucachorro.com/labrador-retriever/">labradores</a>&#8221; que s&atilde;o agressivos demais e de &#8220;<a title="Akita Inu" href="http://www.seucachorro.com/akita-inu/">akita</a>&#8221; que s&atilde;o mais latidores do que deveriam. Isso acontece porque muitos donos acham que se o cachorro tiver a apar&ecirc;ncia da ra&ccedil;a, entao ele vai se comportar exatamente como o normal daquela ra&ccedil;a. O que n&atilde;o corresponde a verdade. A ra&ccedil;a de um cachorro envolve mais que apenas a apar&ecirc;ncia, envolve temperamento. Um bom exemplar em uma determinada ra&ccedil;a ser&aacute; aquele que tiver a apar&ecirc;ncia correta e o temperamento correto. Ent&atilde;o, al&eacute;m de escolher a ra&ccedil;a o futuro dono deve escolher um filhote daquela ra&ccedil;a que tenha o temperamento adequado.</p>
<p>Como fazer isso? &Eacute; sempre dif&iacute;cil, ao ver o filhotinho com 2 meses de idade e saber se ele vai ser agressivo ou covarde, latidor ou n&atilde;o. Por isso deve-se sempre olhar os pais da ninhada e ver o temperamento deles, o temperamento de um c&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; algo gen&eacute;tico, ent&atilde;o se os pais forem bons guardas, maiores a chance dos filhotes tamb&eacute;m se tornarem bons guardas ao crescer.</p>
<p>Filhotes de Pet shops e feiras de animais devem ser evitados, o ideal seria que n&atilde;o se vendessem c&atilde;es desta maneira. Estes filhotes normalmente s&atilde;o separados da m&atilde;e e dos irm&atilde;os mais cedo do que &eacute; correto o que pode causar problemas de comportamento futuros; Eles ficam confinados em espa&ccedil;os pequenos demais para filhotes em desenvolvimento o que pode causar problemas estruturais dependendo do tempo que permanecerem  a venda; Eles ficam expostos a outros c&atilde;es que podem transmitir doen&ccedil;as, principalmente em pet shops onde tamb&eacute;m funcionam consult&oacute;rios veterin&aacute;rios; Em alguns casos um filhote demora mais tempo para ser vendido que os irm&atilde;ozinhos e fica sozinho por dias inteiros at&eacute; ser comprado por algu&eacute;m, o que quase sempre causa um trauma e &#8220;medo de ser abandonado&#8221; e de ficar sozinho no filhote e faz com que ele &#8220;d&ecirc; um verdadeiro esc&acirc;ndalo&#8221; ao ser deixado sozinho por 5 minutos.</p>
<p>Al&eacute;m disto quase sempre a origem destes filhotes &eacute; desconhecida, n&atilde;o se sabe quais os pais da ninhada, de maneira que &eacute; imposs&iacute;vel saber se ele tinham o temperamento correto e se eram ou n&atilde;o saud&aacute;veis. A sa&uacute;de dos pais &eacute; muito importante para que o futuro dono se proteja contra doen&ccedil;as heredit&aacute;rias em seu novo c&atilde;ozinho.</p>
<p>Procurar um filhote de um canil confi&aacute;vel &eacute; maneira mais correta e mais segura de se adquirir um filhote saud&aacute;vel e sem traumas. Mas, infelizmente, algumas pessoas ainda acham que comprar c&atilde;es em um canil &eacute; caro demais e preferem filhotes de pet shops. Lembre-se que, se o seu filhote acabar desenvolvendo uma doen&ccedil;a cong&ecirc;nita, n&atilde;o h&aacute; cura para ela e que o tratamento &eacute; bem mais caro que o pre&ccedil;o do filhote, isso sem falar no sofrimento do animal e da fam&iacute;lia.</p>
<p>Mesmo dentro de uma ninhada saud&aacute;vel e de temperamento t&iacute;pico ainda existem algumas diferen&ccedil;as de comportamento. Alguns filhotes s&atilde;o mais dominantes e ir&atilde;o precisar de uma educa&ccedil;&atilde;o mais firme, outros mais submissos entre outras variantes que influenciam na personalidade do c&atilde;o. Em alguns casos o pr&oacute;prio criador por experi&ecirc;ncia pode indicar quais filhotes s&atilde;o mais indicados &agrave;s preten&ccedil;&otilde;es do futuro dono, se isso n&atilde;o ocorrer, o pr&oacute;prio dono pode aplicar um <a title="Teste de temperamento" href="http://www.seucachorro.com/teste-de-temperamento/">teste de temperamento</a>, ou pedir para que o criador realize um, para determinar quais filhotes s&atilde;o mais adequados a seu estilo de vida. O teste mais utilizado para isso &eacute; o <a href="http://www.seucachorro.com/teste-volhard/">teste de temperamento de Volhard</a> ou <a href="http://www.seucachorro.com/teste-volhard/">teste Volhard</a> mas existem outros <a title="Teste de temperamento" href="http://www.seucachorro.com/teste-de-temperamento/">testes de temperamento</a>.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.seucachorro.com/wp-content/uploads/2007/11/filhote-golden.jpg" alt="Filhote golden foto 1" /></p>
<p>Se o dono estiver decidido que ra&ccedil;a deve comprar, onde deve comprar e qual filhote da ninhada &eacute; mis adequado para ele, ent&atilde;o &eacute; hora de preparar achegada do c&atilde;ozinho em casa. Alguns <a title="Acess&oacute;rios" href="http://www.seucachorro.com/acessorios">acess&oacute;rios</a> ser&atilde;o necess&aacute;rios e se informar sobre a cuidados com a <a title="Sa&uacute;de" href="http://www.seucachorro.com/saude">sa&uacute;de</a> tamb&eacute;m. Qualquer um que queira um cachorro para si deve saber que ter um cachorro em casa n&atilde;o &eacute; barato, mas com toda a certeza vale muito  pena!</p>
<p>Lembre-se: Comprar ou adotar um filhote &eacute; um ato de responsabilidade! Muitos c&atilde;es s&atilde;o abandonados quando os donos descobrem que eles s&atilde;o mais caros  ou d&atilde;o mais trabalho do que imaginaram a princ&iacute;pio, &eacute; preciso estar consciente que um cachorro significa mais um membro na sua fam&iacute;lia, mais despesas e mais trabalho, mas tamb&eacute;m mais companhia e mais carinho.<br />
<small>Refer&ecirc;ncias utilizadas: </small></p>
<ul>
<li><small>Revista c&atilde;es e cia</small></li>
<li><small>Enciclop&eacute;dia do c&atilde;o Royal Canin</small></li>
</ul>
<p><small> </small></p>
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		<title>C&#227;es Selvagens</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jun 2007 18:26:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cães Selvagens]]></category>
		<category><![CDATA[Conheça seu cão]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro guaxinim]]></category>
		<category><![CDATA[chacal]]></category>
		<category><![CDATA[coiote]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[dingo]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
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		<description><![CDATA[As muitas esp&#233;cies de c&#227;es selvagens ainda s&#227;o pouco conhecidas e temidas pela maioria das pessoas. Muitos acreditam que eles sejam os ancestrais dos c&#227;es dom&#233;sticos, mas isso n&#227;o &#233; inteiramente verdade. Os c&#227;es dom&#233;sticos e selvagens de hoje s&#227;o descendentes de antigas esp&#233;cies de c&#227;es selvagens. O g&#234;nero Tomarctus, atualmente extinto &#233; provavelmente o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp" style="float: left;">
<dl id="attachment_1219" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1219" title="lobo" src="http://www.seucachorro.com/wp-content/uploads/2007/06/lobo.jpg" alt="lobo" width="200" height="279" /></dt>
</dl>
</div>
<p><br/></p>
<p style="text-align: left;">As muitas esp&eacute;cies de c&atilde;es selvagens ainda s&atilde;o pouco conhecidas e temidas pela maioria das pessoas. Muitos acreditam que eles sejam os ancestrais dos c&atilde;es dom&eacute;sticos, mas isso n&atilde;o &eacute; inteiramente verdade. Os c&atilde;es dom&eacute;sticos e selvagens de hoje s&atilde;o descendentes de antigas esp&eacute;cies de c&atilde;es selvagens. O g&ecirc;nero <em>Tomarctus</em>, atualmente extinto &eacute; provavelmente o ancestral de todos os can&iacute;deos de hoje. &Eacute; esta esp&eacute;cie ancestral em comum que determina as semelhan&ccedil;as existentes entre nossos c&atilde;es dom&eacute;sticos e as mais de 35 esp&eacute;cies atuais de c&atilde;es selvagens.<br/>Todos eles evoluiram at&eacute; os dias de hoje e seria incorreto considerar os c&atilde;es selvagens mais primitivos que os dom&eacute;sticos. Tanto c&atilde;es dom&eacute;sticos quanto c&atilde;es selvagens s&atilde;o esp&eacute;cies bem adaptadas ao seu meio e resultado de um longo processo evolutivo (Devemos Lembrar que aqui consideramos c&atilde;es selvagens todos os outros membros da fam&iacute;lia dos can&iacute;deos e n&atilde;o apenas os representantes do g&ecirc;nero canis.)</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-24"></span></p>
<p><br/></p>
<p style="text-align: left;">A fam&iacute;lia dos can&iacute;deos &eacute; composta atualmente por 14 g&ecirc;neros, s&atilde;o eles:</p>
<p><br/></p>
<ul style="text-align: left;">
<li>G&ecirc;nero <em>Atelocynus</em>: short-eared dog</li>
<li>G&ecirc;nero <em>Canis</em>: C&atilde;es, <a href="http://www.seucachorro.com/chacal/">chacais</a>, coiotes, dingos e <a href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a></li>
<li>G&ecirc;nero <em>Cerdocyon</em>:crab-eating fox</li>
<li>G&ecirc;nero <em>Chrysocyon</em>: <a href="http://www.seucachorro.com/lobo-guara/">Lobo guar&aacute;</a></li>
<li>G&ecirc;nero <em>Cuon</em>: Dhole</li>
<li>G&ecirc;nero <em>Dusicyon</em>: <a title="lobo das malvinas" href="http://www.seucachorro.com/lobo-das-malvinas/">Lobo das malvinas</a> ou <a title="lobo das malvinas" href="http://www.seucachorro.com/lobo-das-malvinas/">Raposa das Malvinas</a></li>
<li>G&ecirc;nero <em>Lycalopex</em>: Raposas Sul-Americanas</li>
<li>G&ecirc;nero <em>Lycaon</em>: <a title="C&atilde;o ca&ccedil;ador africano" href="http://www.seucachorro.com/cao-cacador-africano/">C&atilde;o ca&ccedil;ador africano</a></li>
<li>G&ecirc;nero <em>Nyctereutes</em>: <a title="Cachorro guaxinim" href="http://www.seucachorro.com/cachorro-guaxinim/">Cachorro guaxinim</a></li>
<li>G&ecirc;nero <em>Otocyon</em>: <a title="Raposa orelhuda" href="http://www.seucachorro.com/raposa-orelhuda/">Raposas de orelhas de morcego</a></li>
<li>G&ecirc;nero <em>Pseudalopex</em>: Raposas Sul-Americanas</li>
<li>G&ecirc;nero <em>Speothos</em>: <a title="Cachorro do mato vinagre" href="http://www.seucachorro.com/cachorro-vinagre/">Cachorro vinagre</a></li>
<li>G&ecirc;nero <em>Urocyon</em>: <a title="Raposas cinzentas" href="http://www.seucachorro.com/raposas-cinzentas/">Raposas cinzentas</a></li>
<li>G&ecirc;nero <em>Vulpes</em>: <a href="http://www.seucachorro.com/raposas/">Raposas</a></li>
</ul>
<p><br/></p>
<p style="text-align: left;">As diversas esp&eacute;cies e sub esp&eacute;cies vivem em todas as regi&otilde;es do mundo com exce&ccedil;&atilde;o da Ant&aacute;rtida e de algumas ilhas oce&acirc;nicas. Grande parte delas vivem em matilhas ou alcat&eacute;ias com muitos indiv&iacute;duos, outros em grupos pequenos e algumas at&eacute; mesmo aos pares como o <a title="Lobo guar&aacute;" href="http://www.seucachorro.com/lobo-guara/">lobo-guar&aacute;</a>. Em geral os can&iacute;deos s&atilde;o animais sociais e &eacute; raro ver um animal solit&aacute;rio na natureza, contudo, exemplos de <a title="Lobo" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a> sem alcat&eacute;ia e de <a href="http://www.seucachorro.com/chacal/">chacais listrados</a> solit&aacute;rios j&aacute; foram registrados.</p>
<p style="text-align: left;">O <a href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobo</a> &eacute; justamente o mais conhecido e mais temido destes c&atilde;es, presente em grande parte do chamado &#8216;velho mundo&#8217; sua hist&oacute;ria junto aos humanos cobriu de misticismo e supersti&ccedil;&atilde;o a sua imagem e levou a morte de muitos exemplares em &eacute;pocas n&atilde;o muito distantes. O <a title="Lobo" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobo</a> &eacute; o parente mais pr&oacute;ximo dos c&atilde;es dom&eacute;sticos, com exce&ccedil;&atilde;o , talvez, do Dingo australiano que, segundo alguns, &eacute; uma esp&eacute;cie de c&atilde;o dom&eacute;stico que voltou a vida selvagem.</p>
<p style="text-align: left;">Enquanto no norte temos o <a title="Lobo" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobo</a> e todas as suas subesp&eacute;cies e na Austr&aacute;lia o dingo, na Am&eacute;rica do Sul o maior can&iacute;deo que existe &eacute; o <a href="http://www.seucachorro.com/lobo-guara/">lobo-guar&aacute;</a>. Al&eacute;m deste muitas outras esp&eacute;cies menores como as raposas sul-americanas at&eacute; os <a title="Cachorro do mato vinagre" href="http://www.seucachorro.com/cachorro-vinagre/">cachorros vinagre</a> ainda habitam as matas e cerrados da Am&eacute;rica do Sul. No sul da &Aacute;sia existe o dohle ou c&atilde;o vermelho da China e na &Aacute;frica os <a title="C&atilde;o ca&ccedil;ador africano" href="http://www.seucachorro.com/cao-cacador-africano/">mabecos</a> ou <a title="C&atilde;o ca&ccedil;ador africano" href="http://www.seucachorro.com/cao-cacador-africano/">c&atilde;es ca&ccedil;adores africanos</a> s&atilde;o os mais representativos, dividindo seu espa&ccedil;o com os <a href="http://www.seucachorro.com/chacal/">chacais</a> (diversas esp&eacute;cies deles) e os <a title="Lobo et&iacute;ope" href="http://www.seucachorro.com/lobo-etiope/">lobos et&iacute;opes</a> e as <a title="Raposa orelhuda" href="http://www.seucachorro.com/raposa-orelhuda/">raposas orelhudas</a> . Al&eacute;m de todos estes existem diversas esp&eacute;cies de <a href="http://www.seucachorro.com/raposas/">raposas</a> e outros &#8220;c&atilde;es do mato&#8221; que vivem nas matas, campos e arredores de cidades de todo o mundo. Algumas esp&eacute;cies est&atilde;o aprendendo at&eacute; mesmo a viver dentro das cidades. O coiote e a raposa vermelha devido a diminui&ccedil;&atilde;o de seus habitats naturais ou mesmo a sua grande adatabilidade e natureza oportunista est&atilde;o se adaptando a vida urbana e at&eacute; mesmo, &#8220;prosperando&#8221;. Algumas cidades da costa oeste dos EUA t&ecirc;m popula&ccedil;&otilde;es de coiotes urbanos de milhares de exemplares enquanto que as <a href="http://www.seucachorro.com/raposas/">raposas</a> aprenderam a cavar tocas em dep&oacute;sitos de lixo e na <a title="Gr&atilde;-Bretanha" href="http://www.seucachorro.com/gra-bretanha/">Inglaterra</a> e est&atilde;o aumentando suas popula&ccedil;&otilde;es.</p>
<p style="text-align: left;">A diversidade de formas e tamanhos entre os c&atilde;es selvagens at&eacute; que &eacute; expressiva, existem esp&eacute;cies pequenas, grandes, peludas, orelhudas, unicolores e de v&aacute;rias cores dependendo do ambiente onde vivem, mas nada se compara &agrave; diversidade encontrada dentro dos c&atilde;es dom&eacute;sticos.</p>
<p style="text-align: left;">A maioria dos grandes c&atilde;es selvagens est&aacute; amea&ccedil;ada de extin&ccedil;&atilde;o e alguns esfor&ccedil;os t&ecirc;m sido feito para preserv&aacute;-los, mas muitas esp&eacute;cies ainda est&atilde;o correndo perigo. Alguns projetos ambientais recentes tem tentado salvar os <a title="Lobo" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a> em algumas regi&otilde;es do hemisf&eacute;rio norte, ou mesmo reintroduz&iacute;-los em regi&otilde;es de onde eles foram expulsos como o parque nacional de yellowstone nos EUA, contudo, as poula&ccedil;&otilde;es humanas t&ecirc;m sido o maior entrave para estes projetos j&aacute; que em muitos lugares os <a title="Lobo" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a> e outros c&atilde;es selvagens n&atilde;o s&atilde;o mais bem vindos. Muitas pessoas n&atilde;o gostam dos can&iacute;deos selvagens por consider&aacute;-los perigosos, mas s&atilde;o raros os casos de ataques com v&iacute;timas fatais a seres humanos. Alguns n&atilde;o gostam porque acreditam que eles matam os animais de fazenda como o gado e as ovelhas, o que em algumas regi&otilde;es de fato acontece, mas n&atilde;o em escala t&atilde;o grande quanto a que afirmam os fazendeiros. Algumas esp&eacute;cies j&aacute; foram extintas no s&eacute;culo XX, como o <a title="Lobo das malvinas" href="http://www.seucachorro.com/lobo-das-malvinas/">lobo das Malvinas</a> e outras podem seguir o mesmo caminho em pouco tempo.</p>
<p style="text-align: left;">A maioria dos c&atilde;es selvagens, contudo, &eacute; ben&eacute;fica para as pessoas pois ca&ccedil;am ratos e outros pequenos roedores que comem gr&atilde;os e podem se tornar pragas para a agricultura. As raposas, por exemplo, n&atilde;o s&atilde;o perigosas para as pessoas (s&oacute; se estiverem contaminadas com raiva) e a maioria das outras esp&eacute;cies de can&iacute;deos, mesmo as de grande porte, t&ecirc;m medo do ser humano, at&eacute; mesmo os <a title="Lobo" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a> preferem evitar contato com as pessoas.</p>
<p style="text-align: left;">A verdade &eacute; que c&atilde;es selvagens e dom&eacute;sticos s&atilde;o muito mais parecidos do que se costuma pensar. Algumas ra&ccedil;as reconhecidas pela FCI atualmente vivem como c&atilde;es selvagens em algumas partes do mundo. O <a title="Basenji" href="http://www.seucachorro.com/basenji/">basenji</a> &eacute; um exemplo, alguns grupos selvagens foram registrados na &Aacute;frica e o c&atilde;o cantor da Nova Guin&eacute; (este &uacute;ltimo n&atilde;o &eacute; reconhecido oficialmente) tamb&eacute;m j&aacute; foi visto formando grupos de c&atilde;es selvagens. Outros grupos, inclusive de c&atilde;es sem ra&ccedil;a se abandonados em regi&otilde;es selvagens podem come&ccedil;ar a se comportar da mesma maneira que uma alcat&eacute;ia, inclusive com o mesmo sistema de hierarquia, eles t&ecirc;m um casal l&iacute;der e ca&ccedil;am presas adequadas ao seu tamanho pra sobreviver.</p>
<p style="text-align: left;">O comportamento dos c&atilde;es dom&eacute;sticos &eacute; derivado do comportamento dos c&atilde;es selvagens e, se os can&iacute;deos nao fossem animais t&atilde;o soci&aacute;veis, dificilmente ter&iacute;amos c&atilde;es de estima&ccedil;&atilde;o hoje, pois a <a href="http://www.seucachorro.com/evolucao/">domestica&ccedil;&atilde;o</a> dos c&atilde;es dificilmente teria sido bem sucedida se os can&iacute;deos n&atilde;o fossem pr&eacute; adatados a aceitar sua posi&ccedil;&atilde;o hier&aacute;rquica dentro das fam&iacute;lias humanas.</p>
<p style="text-align: left;">As &uacute;nicas maneiras de um c&atilde;o selvagem realmente apresentar perigo para as pessoas seria no caso de esp&eacute;cies de grande porte ca&ccedil;ando (principalmente em bandos) como <a title="Lobo" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a> ou dohles ou, como transmissores de doen&ccedil;as, especialmente do v&iacute;rus da raiva. O mito medieval do lobisomem teria surgido quando animais infectados mordiam pessoas de vilarejos e estas, ao contrair a doen&ccedil;a come&ccedil;avam a ter seu comportamento alterado. Os alde&otilde;es acreditavam que a pessoa estava &#8220;se transformando&#8221; no animal que a mordeu e da&iacute; a lenda surgiu.</p>
<p style="text-align: left;">Outro aspecto sobre os c&atilde;es selvagens &eacute; que nem tudo que possui o &#8220;nome&#8221; <a href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobo</a> &eacute; de fato um <a title="Lobo" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobo</a>. Costuma-se confundir hienas e &#8220;lobos&#8221; da tasm&acirc;nia com c&atilde;es selvagens por causa de sua apar&ecirc;ncia e porte que lembram os de um c&atilde;o. Estes animais, contudo, n&atilde;o s&atilde;o parentes dos c&atilde;es, sendo as hienas mais pr&oacute;ximas dos gatos e mangustos e os &#8220;lobos&#8221; da tasm&acirc;nia ou &#8220;tilacinos&#8221;, atualmente extintos, parentes do canguru e do gamb&aacute;. Existe ainda outro animal chamado procelo que alguns confundem com c&atilde;es, na verdade o procelo se parece um pouco com uma hiena e por isso &eacute; confundido com uma que &eacute; confundida com os c&atilde;es, quando n&atilde;o &eacute; nem uma coisa, nem outra, pertencendo a um grupo separado. O fato de procelos e hienas viverem no continente africano tamb&eacute;m refor&ccedil;a a semelhan&ccedil;a entre os dois para os leigos.</p>
<p style="text-align: left;">C&atilde;es selvagens, assim como todos as esp&eacute;cies de animais  que compartilham uma <a title="C&atilde;es na hist&oacute;ria" href="http://www.seucachorro.com/caes-na-historia">hist&oacute;ria</a> junto com o Homem s&atilde;o parte da nossa cultura e tradi&ccedil;&otilde;es, adorados em religi&otilde;es antigas e s&iacute;mbolos culturais para diversos povos.</p>
<p><br/></p>
<p style="text-align: left;"><small>Refer&ecirc;ncias utilizadas: </small></p>
<p><br/></p>
<ul style="text-align: left;">
<li><small>Enciclop&eacute;dia dos c&atilde;es Royal Canin</small></li>
<li><small>O reino animal v.3</small></li>
<li><small>Site: animaldiversity</small></li>
</ul>
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		<title>Velhice do C&#227;o</title>
		<link>http://www.seucachorro.com/velhice-do-cao/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jun 2007 04:02:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas para criar]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[velhice]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Estava mais velho por causa dos dias que tinha vivido e dos anos que tinha respirado&#8221; &#8211; Jack Lodon &#8211; O Chamado da Floresta Normalmente as pessoas que adquirem um c&#227;o n&#227;o pensam que ele vai ficar velho. Sabem que est&#227;o comprando um filhote que vai crescer, em geral sabem quando acaba a inf&#226;ncia e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1243" title="E. Landseer - The Old Shepherd's Chief Mourner" src="http://www.seucachorro.com/wp-content/uploads/2007/06/op131.jpg" alt="E. Landseer - The Old Shepherd's Chief Mourner" width="634" height="176" /><br />
<br/></p>
<blockquote style="text-align: left;"><p>&#8220;Estava mais velho por causa dos dias que tinha vivido e dos anos que tinha respirado&#8221; &#8211; <small>Jack Lodon &#8211; O Chamado da Floresta</small></p></blockquote>
<p><br/></p>
<p style="text-align: left;">Normalmente as pessoas que adquirem um c&atilde;o n&atilde;o pensam que ele vai ficar velho. Sabem que est&atilde;o comprando um filhote que vai crescer, em geral sabem quando acaba a inf&acirc;ncia e come&ccedil;a a vida adulta mas , normalmente n&atilde;o sabem quando come&ccedil;a a velhice e nem est&atilde;o preparadas para ela.<br />
<span id="more-22"></span><br />
A idade adulta e a velhice na c&atilde;o diferem de ra&ccedil;a para ra&ccedil;a, em geral as ra&ccedil;as de pequeno porte vivem mais que as de grande porte, mas a idade que o c&atilde;o atingir&aacute; tamb&eacute;m depende da cria&ccedil;&atilde;o e dos cuidados que recebeu durante a vida. A vida de um c&atilde;o dura entre dez e quinze anos em m&eacute;dia, por&eacute;m, o volpino italiano (ou vulpino), ra&ccedil;a ainda rara no Brasil, &eacute; conhecido por ter uma maior expectativa de vida, cerca de 18 anos em m&eacute;dia, podendo alcan&ccedil;ar mais se for bem cuidado desde a inf&acirc;ncia. Uma outra ra&ccedil;a que, pode facilmente alcan&ccedil;ar uma idade avan&ccedil;ada &eacute; o <a href="http://www.seucachorro.com/boiadeiro-australiano/">boiadeiro australiano</a> que, dizem, pode chegar at&eacute; os 25 anos, sendo ent&atilde;o a mais longeva das ra&ccedil;as caninas. Ra&ccedil;as de orte gigante como o dogue alem&atilde;o possuem exectativas de vida um ouco menores mas menos estas ra&ccedil;as podem apresentar excess&otilde;es.</p>
<p style="text-align: left;">&Eacute; nesta fase que o cachorro vai ficar mais calmo e precisar de mais aten&ccedil;&atilde;o por parte do dono. Muitas doen&ccedil;as podem aparecer e quanto antes forem tratadas melhor. &Eacute; preciso ficar atento aos sintomas para que quaisquer problema de sa&uacute;de seja percebido no in&iacute;cio. Existem ra&ccedil;&otilde;es pr&oacute;rias para animais idosos que s&atilde;o mais aropriadas ao metabolismo do c&atilde;o velho.</p>
<dl id="attachment_1243" class="wp-caption alignnone" style="width: 644px; text-align: left;">
<dt class="wp-caption-dt"></dt>
</dl>
<p style="text-align: left;">Quando atinge esta fase o seu cachorro recisar&aacute; de certos cuidados especiais pois ficar&aacute; mais sens&iacute;vel &agrave;s varia&ccedil;&otilde;es de temperatura e n&atilde;o deve ser exposto ao calor ou ao frio. Tamb&eacute;m se tornar&aacute; mais sens&iacute;vel emocionalmente e fica estressado ou deprimido mais facilmente. Como acontece com os humanos, o p&ecirc;lo pode ficar esbranqui&ccedil;ado com a idade ( especialmente nos c&atilde;es com m&aacute;scara negra ), a pele tamb&eacute;m fica mais fr&aacute;gil motivo pelo qual o dono deve ter cuidado para evitar que o c&atilde;o se corte, pois nesta idade a recupera&ccedil;&atilde;o do organismo tamb&eacute;m &eacute; mais lenta e h&aacute; uma diminui&ccedil;&atilde;o no funcionamento do sistema imunol&oacute;gico o que pode tornar perigosa uma simples inflama&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: left;">Nesta fase o c&atilde;o tamb&eacute;m sente mais a necessidade de companhia da fam&iacute;lia, n&atilde;o p</p>
<dl id="attachment_1243" class="wp-caption alignnone" style="width: 644px; text-align: left;">
<dt class="wp-caption-dt"></dt>
</dl>
<p style="text-align: left;">ara brincar, mas para ficar perto, exigindo mais aten&atilde;o dos donos. Existem alguns problemas de sa&uacute;de t&iacute;picos da idade avan&ccedil;ada como a osteoporose, perda relativa da vis&atilde;o e do olfato. Al&eacute;m destes existem outros problemas fisiol&oacute;gicos e principalmente de comportamento que, embora n&atilde;o sejam t&atilde;o comuns odem ocorrer. falaremos um ouco mais sobre eles aqui.</p>
<p style="text-align: left;">Entre as perturba&ccedil;&otilde;es do comportamento pode-se citar:</p>
<ul style="text-align: left;">
<li>A &#8220;hiper-agressividade do c&atilde;o idoso&#8221; que consiste em um processo no qual o c&atilde;o se torna cada vez mais agressivo e pode chegar a morder sem motivo aparente, em 75% dos casos o c&atilde;o tamb&eacute;m se torna bul&iacute;mico ( vomita tudo o que consome). O tratamento deve ser feito com rem&eacute;dios prescritos por veterin&aacute;rios.</li>
</ul>
<ul style="text-align: left;">
<li>A &#8220;depress&atilde;o de involu&ccedil;&atilde;o&#8221; na qual o c&atilde;o parece perder seus comportamentos sociais, se torna sujo, engole corpos estranhos e n&atilde;o responde mais aos comandos, sofre perturba&ccedil;&otilde;es durante o sono e uiva sem motivo. O tratamento, novamente &eacute; feito com medicamentos.</li>
</ul>
<ul style="text-align: left;">
<li>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_1243" class="wp-caption alignnone" style="width: 644px;">
<dt class="wp-caption-dt"></dt>
<dd class="wp-caption-dd">E. Landseer &#8211; The Old Shepherd&#8217;s Chief Mourner</dd>
</dl>
</div>
<p>A &#8220;distimia do c&atilde;o idoso&#8221;, doen&ccedil;a na qual o c&atilde;o aparentemente erde a no&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;rio tamanho, n&atilde;o valia bem a sua largura e a dos locais por onde pretende passar, pode ficar for&ccedil;ando a passagem por um local muito estreito por horas e pode, inclusive, ficar preso e machucar-se.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">Dentre os problemas fisiol&oacute;gicos est&atilde;o principalmente os card&iacute;acos. Pode haver dilata&ccedil;&atilde;o do cora&ccedil;&atilde;o ou problemas nas v&aacute;lvulas card&iacute;acas.  Pode ocorrer tamb&eacute;m a insufici&ecirc;ncia renal cr&ocirc;nica que ocorre quando h&aacute; a perda de 75% dos n&eacute;frons dos rins, este &eacute; um problema s&eacute;rio e deve ser tratado o quanto antes. Ocorrem tamb&eacute;m doen&ccedil;as ligadas ao tubo digestivo para o que uma ra&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria para a idade do c&atilde;o &eacute; muito importante. Pode ocorrer ac&uacute;mulo de t&aacute;rtaro nos dentes o que pode levar a infec&ccedil;&otilde;es nas gengivas, mau-h&aacute;lito e perda de dentes se n&atilde;o for retirado.</p>
<p style="text-align: left;">O problema de t&aacute;rtaro deve ser tratado desde cedo para evitar seu acumulo na idade avan&ccedil;ada.   A perda de dentes por causado t&aacute;rtaro pode levar a problemas de desnutri&ccedil;&atilde;o devido a dificuldade do c&atilde;o em se alimentar al&eacute;m de se tornar mais uma dificuldade para o dono que pode ser obrigado a preparar dietas especiais para seu c&atilde;o se este n&atilde;o for mais capaz de mastigar a ra&ccedil;&atilde;o seca sozinho.</p>
<p style="text-align: left;">Alguns outros problemas apesar de aparecerem em todas as idades se tornam mais freq&uuml;entes no c&atilde;o idoso, como dermatites, problemas de vis&atilde;o e aparecimento de tumores benignos e de c&acirc;ncer devido &agrave; baixa no funcionamento do sistema imunol&oacute;gico. &Eacute; de extrema import&acirc;ncia que futuros donos de c&atilde;es estejam cientes do envelhecimento de seus bichinhos para evitar que os mesmos sejam abandonados justamente quando mais precisam de seus donos.</p>
<p><br/></p>
<p style="text-align: left;"><small>Refer&ecirc;ncias utilizadas: </small></p>
<p><br/></p>
<ul style="text-align: left;">
<li><small> Enciclop&eacute;dia do C&atilde;o Royal Canin</small></li>
</ul>
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		<title>C&#227;es Lobo</title>
		<link>http://www.seucachorro.com/caes-lobo/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jun 2007 03:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conheça seu cão]]></category>
		<category><![CDATA[Cães Lobo]]></category>
		<category><![CDATA[Cães Selvagens]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Genética]]></category>
		<category><![CDATA[Lobos]]></category>

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		<description><![CDATA[Hist&oacute;ria dos C&atilde;es-lobo, h&iacute;bridos de c&atilde;es e lobos muito populares na Am&eacute;rica do Norte. S&oacute; no SeuCachorro!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="alignleft" src="http://www.seucachorro.com/wp-content/uploads/2007/07/caeslobo4.JPG" alt="C&atilde;es lobo 4" align="left" />O termo &#8220;C&atilde;o-Lobo&#8221; &eacute; utilizado para se referir a mesti&ccedil;os entre c&atilde;es e <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a> ou a algumas raras ra&ccedil;as de c&atilde;es que s&atilde;o descentendes destes cruzamentos com <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a>. Embora sejam de esp&eacute;cies diferentes, c&atilde;es e <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a> s&atilde;o t&atilde;o pr&oacute;ximos geneticamente que podem cruzar entre si e produzir descendentes f&eacute;rteis ( os c&atilde;es s&atilde;o os animais vivos mais assemelhados com os <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a>, ainda mais que o coiote e o <a title="Chacais" href="http://www.seucachorro.com/chacal/">chacal</a> ou que quaisquer outros <a title="C&atilde;es selvagens" href="http://www.seucachorro.com/caes-selvagens">c&atilde;es selvagens</a>).  C&atilde;es e os <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a> s&atilde;o t&atilde;o parecidos geneticamente que a American Societty of Mammalogistis (ASM) tentou mudar o nome cient&iacute;fico do cachorro (Canis familiaris) para <em>Canis lupus familiaris</em>, dessa maneira o c&atilde;o passaria a ser considerado, cientificamente, como uma subesp&eacute;cie do <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobo</a> e n&atilde;o mais como uma esp&eacute;cie a parte. Essa classifica&ccedil;&atilde;o , embora aceita pela ASM n&atilde;o &eacute; aceita por todos.<br />
<span id="more-21"></span><br />
Os resultados desses cruzamentos diretos s&atilde;o chamados de c&atilde;es-lobo e s&atilde;o muito populares em alguns pa&iacute;ses (principalmente EUA e Canad&aacute;).</p>
<p style="text-align: left;">Como n&atilde;o constituem uma ra&ccedil;a propriamente dita, os c&atilde;es-lobo que existem atualmente apresentam uma grande diversidade de tipos f&iacute;sicos (porte, colora&ccedil;&atilde;o, pelagem, etc.) e comportamentais, dependendo do <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobo</a> e do cachorro envolvidos. Na maioria dos casos os propriet&aacute;rios cruzam <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a> de parques ou zool&oacute;gicos com c&atilde;es de ra&ccedil;as que se assemelhem com o <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobo</a>, como o pastor alem&atilde;o, malamute do Alasca e o <a title="Husky Siberiano" href="http://www.seucachorro.com/husky-siberiano/">husky siberiano</a> (embora em teoria todos os c&atilde;es, independente de seu tamanho, sejam t&atilde;o parecidos geneticamente com os <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a> quanto os demais), a id&eacute;ia &eacute; manter ao m&aacute;ximo o aspecto selvagem e a apar&ecirc;ncia lupina.</p>
<p style="text-align: left;">Os c&atilde;es-lobo resultantes destes cruzamentos n&atilde;o s&atilde;o c&atilde;es para qualquer dono, &eacute; preciso estar<img class="direito alignleft" src="http://www.seucachorro.com/wp-content/uploads/2007/07/caeslobo2.JPG" alt="C&atilde;es lobo 2" /> ciente da alta necessidade de socializa&ccedil;&atilde;o que um c&atilde;o-lobo precisa. Al&eacute;m disso, alguns consideram que os c&atilde;es lobos s&atilde;o perigosos, mas esta opini&atilde;o n&atilde;o &eacute; partilhada por todos. &Eacute; mais provavel que, alguns c&atilde;es-lobo de primeira gera&ccedil;&atilde;o, por falhas de socializa&ccedil;&atilde;o ou de cria&ccedil;&atilde;o, ou at&eacute; mesmo dependendo de seus pais, no caso de um acasalamento acidental, possam de fato, dependendo do grau de sua heran&ccedil;a lupina, representar algum risco para as pessoas, mas atualmente o que os criadores de c&atilde;es-lobos procuram, atrav&eacute;s de acasalamentos controlados e de intensa socializa&ccedil;&atilde;o &eacute; tornar o c&atilde;o lobo um bom animal de companhia, tipicamente norte americano ( isso n&atilde;o significa que os c&atilde;es lobos sejam exclusividade da Am&eacute;rica do Norte, mas devido a sua popularidade nesta regi&atilde;o &eacute; que muitos criadores se referem ao c&atilde;o lobo como um &#8220;animal americano&#8221;) .</p>
<p style="text-align: left;">Aqueles que consideram o c&atilde;o lobo um animal perigoso afirmam que, devido aos seus instintos de lobo, ele pode vir a atacar estimulado por determinadas situa&ccedil;&otilde;es como, sentir-se encurralado ou amea&ccedil;ado, caso o animal detecte sinais de fraqueza ou ferimentos nas pessoas, ou em todas as ocasi&otilde;es que levariam um <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobo selvagem</a> a atacar.  O assunto ainda &eacute; bastante controverso e alguns pa&iacute;ses optaram por proibir c&atilde;es h&iacute;bridos de seus territ&oacute;rios.</p>
<p style="text-align: left;">Os defensores dos c&atilde;es-lobo por sua vez os consideram grandes animais de companhia, fieis ao dono e a fam&iacute;lia, e que afirmar que os c&atilde;es-lobos atacam da mesma maneira que <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos selvagens</a> &eacute; apenas sensasionalismo. Atualmente os c&atilde;es-lobo de primeira gera&ccedil;&atilde;o, embora ainda existam, j&aacute; foram substitu&iacute;dos, em sua grande maioria, por exemplares criados e selecionados por v&aacute;rias gera&ccedil;&otilde;es em ranchos e fazendas especializados em sua cria&ccedil;&atilde;o, desta maneira o controle que o ser humano tem sobre o comportamento e a apar&ecirc;ncia do c&atilde;o-lobo aumenta consideravelmente. O controle da reprodu&ccedil;&atilde;o de uma esp&eacute;cie &eacute; o principal pr&eacute;-requisito para a domestic&atilde;o da mesma.</p>
<p style="text-align: left;">Mas todos concordam que os c&atilde;es-lobo precisam ser muito socializados para n&atilde;o desenvolverem desvios de comportamento. Este n&atilde;o &eacute; um c&atilde;o recomendado para donos inexperientes.</p>
<p style="text-align: left;">Em geral os criadores de c&atilde;es lobos s&atilde;o pessoas que possuem fazendas ou disponibilidade de grandes espa&ccedil;os, isso porque os c&atilde;es-lobo podem ser inc&ocirc;modos para alguns. Eles s&atilde;o, em geral, podem ser muito &#8220;destrutivos&#8221; do tipo que roem m&oacute;veis, cercas e arrancam as plantas do jardim, isso ocorre porque, como heran&ccedil;a dos <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a>, t&ecirc;m a tend&ecirc;ncia a exercitar as mand&iacute;bulas. Um outro inconveniente podem ser os uivos, c&atilde;es-lobos uivam muito devido tamb&eacute;m a sua heran&ccedil;a lupina. Estes animais tamb&eacute;m apresentam um comportamento marcado por uma forte express&atilde;o corporal. Os <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a> usam estes sinais para se comunicar e o candidato a dono de um c&atilde;o-lobo deve conhec&ecirc;-los bem para melhor entender o comportamento de seu c&atilde;o. Entre estes sinais est&atilde;o diversas posturas da cauda e das orelhas, al&eacute;m do p&ecirc;lo e da maneira como o c&atilde;o mostra as gengivas quando se sente amea&ccedil;ado ou na sua intera&ccedil;&atilde;o com outros c&atilde;es. O comportamento destes animais tamb&eacute;m tende a ser mais independente que o dos demais c&atilde;es e portanto precisam de um dono experiente e firme que saiba impor limites.</p>
<p style="text-align: left;"><img src="http://www.seucachorro.com/wp-content/uploads/2007/07/caeslobo5.jpg" alt="C&atilde;es lobo 5" align="left" />Os principais atrativos do c&atilde;o-lobo s&atilde;o sua maior resist&ecirc;ncia ao clima e &agrave;s doen&ccedil;as. S&atilde;o realmente animais mais r&uacute;sticos que os outros c&atilde;es e tamb&eacute;m possuem sentidos muito apurados, mas o fator determinante &eacute;, com certeza, sua apar&ecirc;ncia selvagem. Aparentemente saber que seu bichinho &eacute; &#8220;meio-lobo&#8221; constitui um grande fetiche para muitos donos.</p>
<p style="text-align: left;">Algo que certamente ajudou a divulgar o c&atilde;o-lobo no mundo foi o romance &#8220;Caninos Brancos&#8221; de Jack London e o filme hom&ocirc;nimo, que trata de um c&atilde;o-lobo que abandona a floresta para viver com os homens. No caso tratado no livro o personagem em quest&atilde;o era fruto de um acasalamento acidental que tamb&eacute;m s&atilde;o comuns em regi&otilde;es com incid&ecirc;ncia natural de <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a>. Vendo que estes filhotes come&ccedil;aram a fazer certo &#8220;sucesso&#8221; entre o p&uacute;blico americano, surgiram criadores especializados em cruzamentos com animais de zool&oacute;gicos e que constituem a maioria atualmente.</p>
<p style="text-align: left;">Quanto as ra&ccedil;as de cachorro tamb&eacute;m denominadas de c&atilde;es-lobo, existem atualmente duas. Ambas s&atilde;o origin&aacute;rias de cruzamentos entre <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a> e pastores alem&atilde;es e foram criadas na Europa. O <a title="C&atilde;o lobo de Saarloos" href="http://www.seucachorro.com/cao-lobo-de-saarloos/">c&atilde;o lobo de Saarloos</a> ou <a title="C&atilde;o lobo de Saarloos" href="http://www.seucachorro.com/cao-lobo-de-saarloos/">Saarloos Wolfhound</a> e o c&atilde;o lobo Tchecoslovaco. O primeiro foi produzido por um holand&ecirc;s, Leendert Saarloos, que pretendia dotar seus pastores alem&atilde;es de sentidos mais agu&ccedil;ados e maior resist&ecirc;ncia, ele cruzou seus c&atilde;es com lobos e selecionou a cria de modo que os <a title="C&atilde;o lobo de Saarloos" href="http://www.seucachorro.com/cao-lobo-de-saarloos/">Saarloos</a> de hoje n&atilde;o s&atilde;o mais considerados c&atilde;es-lobo e sim uma ra&ccedil;a de c&atilde;es com tipo f&iacute;sico e temperamento pr&oacute;prios reconhecidos pela FCI, os criadores dizem que s&atilde;o muito d&oacute;ceis, inclusive com crian&ccedil;as. Os c&atilde;es lobo tchecoslovacos por sua vez foram resultado de um projeto militar que pretendia deixar os c&atilde;es do ex&eacute;rcito mais resistentes. Novamente pastores alem&atilde;es foram cruzados com <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a> ( desta vez <a title="Canis lupus lupus" href="http://www.seucachorro.com/canis-lupus-lupus/">lobos dos C&aacute;rpatos</a> ) e selecionados de acordo as caracter&iacute;sticas desejadas, originando assim uma outra ra&ccedil;a, que n&atilde;o &eacute; um c&atilde;o-lobo, e tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; um <a title="C&atilde;o lobo de Saarloos" href="http://www.seucachorro.com/cao-lobo-de-saarloos/">Saarloos</a>, contudo o projeto militar foi abandonado porque os novos c&atilde;es demoravam muito mais tempo para serem treinados que os pastores alem&atilde;es puros, atualmente o c&atilde;o lobo tchecoslovaco est&aacute; sendo treinado para busca e rastreamento devido a seu incr&iacute;vel faro. Muitas gera&ccedil;&otilde;es j&aacute; separam esses c&atilde;es dos <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a> selvagens e mesmo sendo descendentes de <a title="Lobos" href="http://www.seucachorro.com/lobo/">lobos</a>, a sele&ccedil;&atilde;o feita pelo homem e a cria&ccedil;&atilde;o organizada da ra&ccedil;a transformaram-nas em animais diferentes dos c&atilde;es-lobos americanos. Contudo, ainda s&atilde;o considerados ra&ccedil;as uivadoras e que roem m&oacute;veis e plantas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.seucachorro.com/wp-content/uploads/2007/07/caeslobo1.jpg" alt="C&atilde;es lobo 1" /></p>
<p style="text-align: left;">Apesar de sua apar&ecirc;ncia selvagem e comportamento mais adequado ao conv&iacute;vio humano as ra&ccedil;as europ&eacute;ias de c&atilde;es-lobos s&atilde;o pouco populares, atualmente existem cerca de 3 mil exemplares das duas ra&ccedil;as juntas, enquanto os c&atilde;es-lobo de primeira gera&ccedil;&atilde;o somam mais de 300 mil apenas nos EUA.</p>
<p><br/></p>
<p style="text-align: left;"><small>Refer&ecirc;ncias utilizadas: </small></p>
<p><br/></p>
<ul style="text-align: left;">
<li><small>Revista c&atilde;es e cia</small></li>
<li><small>Enciclop&eacute;dia do c&atilde;o Royal canin</small></li>
</ul>
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