O SeuCachorro! Apoiando a divulgação das raças de cães, raz para você um depoimento sobre o Staffordshire Bull Terrier, enviada pelo Canil Hard Face Kennel.
“STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
SUA HISTÓRIA
Os Antigos Bulldogs eram usados em combates contra touros e ursos, esses combates eram chamados de BLOOD SPORTS (esportes sangrentos) ou BULL BAITING (lutas contra touros).
Esses esportes eram realizados em arenas, mas com a proibição do BULL BAITING, em 1935 surgiram as lutas clandestinas entre cães, as arenas por serem muito grandes
Ficava difícil continuar com a pratica ilegal, pois chamavam muita atenção. Os combates entre cães ocupavam espaços muito menores e ficava fácil fugir das autoridades.
O SeuCachorro! Apoiando o desenvolvimento e a divulgação das raças brasileiras, traz para você uma matéria sobre o Dogue brasileiro, enviada pelo Canil Monte Olympo resposável pelo desenvolvimento desta raça de cão de guarda que tem conquistado cada vez mais espaço no Brasil.
“Em 1978, foi realizada a cobertura que resultou na primeira ninhada de Dogue Brasileiro. Um cachorro descendente do Bull Terrier e do Boxer. Com o decorrer do tempo, percebeu-se que se havia chegado a um sonho antigo de muitos criadores: a obtenção de um cão de guarda com as características de tenacidade do Bull Terrier e equilíbrio do Boxer, além do encontro perfeito entre agilidade e força para a função de guarda.
Posteriormente, alguns americans staffordshire foram incorporados, sem alterar, no entanto, o padrão já existente. Esse animal herdou a meiguice de ambas as raças para com as pessoas de sua casa e família e a característica de não ser um “cão de um só dono”, o que evita inúmeros acidentes. Em Caxias do Sul, cidade onde nasceu é hoje a segunda raça de guarda mais criada e com o maior número de proprietários.
O Dogue Brasileiro vem resgatar para a cinofilia a figura do cão de guarda efetivo, sujeito a provas de temperamento para obtenção de títulos. Provas que visam manter e aprimorar cada vez mais a coragem calma e, principalmente, o equilíbrio emocional necessário a um cão para a família. As provas de temperamento evitam que a aparência do cão se torne o fator mais importante na criação como ocorre com outras raças de cães de guarda, prejudicando a atuação do cão de guarda.
Macho: de 54 a 60 cm (de preferência 58 cm)
Fêmea: de 50 a 58 cm (de preferência 56 cm)
Peso:
Macho: de 29 a 43 kg ( de preferência 39 kg)
Fêmea: de 23 a 39 kg (de preferência 33 kg).
Grupo:
Grupo 11 – Raças reconhecida exclusivamente pela CBKC
Funções:
Companhia, Guarda
Grau de atividade:
Moderado
Pêlo:
Curto, brilhante e áspero, liso. Pode ter pêlo médio de no máximo 4,7cm de comprimento.
Cor:
Qualquer cor
Nome de origem:
Bull Boxer / Dogue Brasileiro
País de origem:
Brasil
Registro CBKC:
4
Desenvolvida no Sul do Brasil O Dogue Brasileiro é uma raça muito jovem, foi criada a partir de 1978. Seu idealizador o Sr. Pedro Pessoa tinha como modelo criar um cão de guarda que fosse equilibrado e capaz de defender a família e capaz de conviver bem com os membros da casa. Para isso começaram a criação da raça que tem as suas origens no Bull Terrier e no Boxer, mas que também recebeu influências do American Staffordshire. Atualmente a raça é reconhecida apenas dentro do Brasil e os criadores tem como uma de suas principais preocupações preservar o temperamento da raça. Por isso o BBC (Bull Boxer Clube) exige os testes de temperamento para os cães da raça. O Dogue Brasileiro é um cão de guarda eficaz, atento e observador, bem equilibrado e que convive bem com a família, nunca deve ser agressivo gratuitamente, muito corajoso, ele nunca deve demonstrar covardia. É dominante com outros cães, especialmente os machos e pode brigar com eles.
Longo, liso, brilante e sedoso. O pêlo é denso e resitente, muito franjado
Cor:
Preto, Marrom (fígado), Ruão / Rouan (pêlos brancos e marrons misturados), com ou sem marcas “fogo”
Nome de origem:
Field Spaniel
País de origem:
Grã-Bretanha
Registro FCI:
123
O Field Spaniel é uma raça britânica de cão de caça. Ele lembra uma versão de maior porte do Cocker Spaniel Inglês. Devido à concorrência de outras raças de Spaniels ingleses, o field spaniel foi deixado de lado pelos caçadores e quase foi extinto, contudo, a raça recuperou-se graças aos esforços de Mr. Phineas Bullock que aperfeiçoou o field spaniel e o tornou popular novamente entre os caçadores esportivos na Grã Bretanha. A raça foi desenvolvida através de diversos cruzamentos entre as raças Sussex spaniel e o Welsh Cocker, mas acredita-se que o Cocker Spaniel Inglês e o Springer Spaniel também tenham feito parte da sua formação, alguns acreditam que o basset hound também pode ter sido um dos ancestrais da raça, embora nem todos os estudiosos concordem com isto. Leia Mais…
Fundo branco com manchas preto, marrom ou azul (a cabeça sempre deve ser colorida). Marcas fogo sempre presentes acima dos olhos, nas laterais do focinho, na face interna e no bordo das orelhas. Uma lista branca no focinho é admitida.
Nome de origem:
Terrier Brasileiro
País de origem:
Brasil
Registro FCI:
341
O terrier brasileiro, popularmente conhecido no Brasil como “Fox paulistinha” é, juntamente com o Fila brasileiro, uma das duas únicas raças nacionais que contam com reconhecimento internacional atualmente.
A história da raça começa com os cães caçadores de ratos (rateiros) trazidos nos navios portugueses e holandeses que chegavam ao Brasil durante o Século XIX. Estes terriers europeus, misturados com cães já existentes no Brasil foram a base para a criação do terrier brasileiro. Alguns acreditam que estes terriers seriam cães da raça Jack Russel terrier, enquanto outros afirmam que o verdadeiro ancestral do terrier brasileiro é o Fox terrier de pêlo liso e, existe ainda quem afirme que as duas raças participaram da formação do terrier brasileiro. É provável que estes terriers europeus ao chegar no Brasil tenham sido cruzados com cães de outras raças, entre elas o Pinscher e o Chihuahua e também com cães autóctenes, ou seja, cães nativos, existentes no Brasil.
Os criadores brasileiros da raça tentaram o reconhecimento internacional da mesma pela primeira vez em 1964, mas, devido ao número muito pequeno de cães no plantel da raça, esta tentativa fracassou, sendo que a raça só obteve seu reconhecimento oficial pela FCI no ano de 1994.
Longo sedoso, reto ou ligeiramente ondulado, bastante franjado
Cor:
Preto e fogo, tricolor de preto branco e fogo, “Blenheim” branco pérola com marcas bem repartidas vermelho castanho e “pastilha” na cabeça, “Ruby”: unicolor vermelho castanho intenso.
Nome de origem:
King Charles
País de origem:
Grã-Bretanha
Registro FCI:
128
O King Charles Spaniel também chamado de “English Toy Spaniel” é uma raça bastante antiga, desenvolvida na Inglaterra a partir do século XVI. Contudo, seus ancestrais são bem mais antigos, originários da Ásia, aparentados com os spaniels asiáticos foram levados do Oriente para o Ocidente, provavelmente do Japão e da China para a Espanha e da Espanha para a Grã-Bretanha onde se tornou conhecido. Acredita-se que spaniels caçadores ingleses como os Cocker spaniels ingleses e springer spaniels possam ter tido influência na formação da raça. A possuia um bom relacionamento com membros da nobreza, a partir do século XVII a raça se tornou uma das favoritas entre os nobres e dizia-se que as damas da corte da rainha Elizabeth I levavam seus King Charles spaniels escondidos sob as saias, esta raça também foi a favorita do rei Charles II, de onde recebeu seu nome, e da rainha Mary da Escócia. Leia Mais…
Semi-longo, fino, tendendo ao liso ou ligeiramente ondulado.
Cor:
Branca e laranja, branca e marrom, branca e preta, tricolor (branco, preto e fogo) ou ruão (pêlos coloridos misturados no branco)
Nome de origem:
Epagneul Bréton
País de origem:
França
Registro FCI:
95
O spaniel Bretão, também conhecido como “Brittany” deve seu nome à região da “Bretanha” localizada no Norte da França. Estes cães eram criados desde a idade média para a caça de aves e é descendente do “Cão de Oysel”, uma variedade de cão desenvolvida na região de Callac, no centro da Bretanha, provavelmente aparentada com raças de perdigueiros alemães. Os cães de Oysel existentes na região foram cruzados com raças de cães de caça inglesas, como os pointers, setters e springers que foram deixados na França por caçadores ingleses principalmente no século XIX. A partir daí o brittany foi cada vez mais aperfeiçoado pelo criadores locais que apresentaram a raça pela primeira vez em 1896 em Paris e escreveram o seu primeiro padrão em 1908.
O spaniel bretão é um excelente caçador, possui um excelente olfato e desempenha as funções de apontador (pointer) e de recolhedor da presa (retriever) e caça bem em praticamente todos os tipos de terreno. Além disto, um outro diferencial da raça é seu tamanho reduzido, o spaniel bretão é a menor raça de cão de aponte reconhecida, seus adimiradores costumam dizer sobre ela: Leia Mais…
Preto ou arlequim (azul marmorizado) com marcações fulvas e brancas na cabeça, membros, ventre e cauda.
Nome de origem:
Dunker
País de origem:
Noruega
Registro FCI:
203
O dunker ou dunker norueguês, é uma raça de cão sabujo, desenvolvido no século XIX, pelo criador de cães norueguês W. Dunker. O Sr. W. Dunker, importou da Rússia para a Noruega vários cães de coloração alerquim e realizou cruzamentos entre eles e diversos cães sabujos de faro apurado. Sua intenção era a de produzir um excelente cão de caça ao coelho e à lebre, que encontrasse a presa pelo faro e não pela visão. Leia Mais…
Pêlo Semi longo: Semi longo denso e de textura média, com sub pêlo macio. Juba, culotes e cauda em píncel
Pêlo curto: Curto denso e de textura média, com sub pêlo macio.
Cor:
Marcas brancas no ventre, colar, patas, ponta da cauda e focinho. A cor mais comum é o preto mas também apresentar outras cores.
Nome de origem:
Border Collie
País de origem:
Grã-Bretanha
Registro FCI:
297
O border collie é uma raça relativamente jovem, desenvolvida durante o século XIX. Este “collie da fronteira” (border significa fronteira em inglês) desenvolveu-se na região de fronteira entre a Inglaterra e a Escócia, no norte da Grã-Bretanha. Embora a criação da raça date do século XIX, seus ancestrais já estavam presentes na região desde a Idade Média, onde trabalhavam junto com os criadores de ovelhas demonstrando incrível capacidade no trabalho. A capacidade de trabalho dos border collies sempre foi tão importante em sua terra natal que os criadores selecionavam os reprodudores por seu desempenho no pastoreio e não por sua aparência, até hoje, clubes especializados e adimiradores da raça se esforçam para preservar as habilidades de pastor do border collie. Leia Mais…